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Data de lançamento
9 Fev. 2009Duração
Hungria, século 17. Erzebet Bathory, uma vaidosa e ambiciosa condessa húngara, toma uma decisão extremada: para conseguir preservar seus aspectos físicos, Erzebet inicia uma jornada sanguinária, exterminando virgens para se banhar no sangue das mulheres mortas, algo que a condessa acredita firmemente que fará com que sua beleza permaneça intacta.
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Um grande assunto desperdiçado nas mãos de Delpy.Tenta desesperadamente impressionar com vários gêneros e acaba chamando atenção apenas nas categorias técnicas.
>Maratona Daniel Bruhl - Assistido em 17 de Junho de 2024
Ótimas atuações e uma bela fotografia. A Condessa é uma produção que merece seu lugar, exatamente por trazer dramaticidade e gore as origens do vampirismo.
Meio bizarro, mas é bom! "A Condessa" é isso que a sinopse spoiler loca entrega. Como na época, não tinha catálogo da Avon, a bicha desembestou no sangue e passou a peixeira nas virgem na ilusão satânica que isso rejuvenceria ela, coisa que o Lexotan 30 mg impediria, mas como na época não tinha, uns banho de erva, umas poção da bruxa, defumação e benzimento ajudaria.
Julie Delpy dirige e atua, Daniel Brühl, William Hurt e Anamaria Marinca completam o sangue do elenco.
A pegada do filme é gótica, a estória é bem macabra e a trama envolve loucura, uma paixão loca, cobiça e um esquema daqueles de golpi!
A produção é excelente, gostei muito do estilo castelão roots da direção da Delpy, que deixou o filme bem sinistro, meio terror, com um gelo nas imagens, e com um arco dramático fora da caixinha.
O final é bom! Brabo. Coisa infeliz. Mas no mundo medieval isso era pouco. Valeu apena ter conhecido!
Chupa Dracúla!
Já conhecia a história da condessa através de livros, e o filme conseguiu retratar bem um pouco de sua história. Porém, acho que não mostrou metade do quanto ela era cruel.
Filme entediante....
Nem sei como aguentei ver isso