a gente sabe que Wes Anderson é sempre mais do mesmo e esse é um filme definitivamente esquecível, mas preciso dizer que admiro a teatralidade que ele utiliza em diversas cenas, com a construção de cenários etc, trazer isso pro cinema sem se perder não é exatamente fácil. outro ponto forte (pra mim), foi a história do Manifesto em que ele claramente faz uma singela homenagem aos filmes do Godard
Foi um dos que mais gostei do Wes Anderson, acho que o filme me entusiasmou mais pelo fato de admirar bastante tudo que envolve os bastidores do jornalismo, encarei o filme como uma bela homenagem a esse nobre ofício. Indico aqui o documentário sobre a revista New Yorker na Netflix, quem curtiu o filme provavelmente vai gostar desse documentário também.
Estética linda, como sempre. Mas, me perdi muito na história.
a gente sabe que Wes Anderson é sempre mais do mesmo e esse é um filme definitivamente esquecível, mas preciso dizer que admiro a teatralidade que ele utiliza em diversas cenas, com a construção de cenários etc, trazer isso pro cinema sem se perder não é exatamente fácil. outro ponto forte (pra mim), foi a história do Manifesto em que ele claramente faz uma singela homenagem aos filmes do Godard
As imagens salvaram, de resto...
Foi um dos que mais gostei do Wes Anderson, acho que o filme me entusiasmou mais pelo fato de admirar bastante tudo que envolve os bastidores do jornalismo, encarei o filme como uma bela homenagem a esse nobre ofício. Indico aqui o documentário sobre a revista New Yorker na Netflix, quem curtiu o filme provavelmente vai gostar desse documentário também.
Wes Anderson tá virando um Woody Allen. Parece que todos os filmes novos são parecidos e inspirados no próprios filmes anteriores.