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Sinopse
Para seus amigos da Londres Vitoriana, Stephen Lowry é um viúvo inconsolável. Apenas sua empregada Lily sabe que sua esposa foi lentamente envenenada pelo marido.
Footsteps in the Fog é um filme que se destaca principalmente pela sua fotografia, proporcionando uma experiência visualmente bonita. No entanto, o enredo é muito melodramático e previsível, especialmente para quem que não é fã de dramas novelescos, tornando a trama bastante cansativa em diversos momentos.
O roteiro com certeza é dos mais brilhantes com várias reviravoltas do início ao fim. Só que infelizmente a direção não foi das mais competentes entregando um trabalho apenas correto que poderia ter feito melhor uso da tensão e do suspense que existem na história. O clima e os cenários em alguns momentos me fizeram lembrar das produções de época da Hammer, conhecida produtora inglesa de filmes de terror. A fotografia a cores não é das melhores e deixa a impressão de que o filme ficaria melhor se tivesse sido feito em preto e branco. Com certeza ele é um bom suspense, mas faltou algo mais ser considerado um clássico do gênero.
A canastrice do Stewart Granger com suas caretas atrapalha um maior envolvimento com a trama, que por si só já não se ajuda. Uma tentativa tosca de alcançar uma atmosfera Hitchcockiana, sem sucesso devida a bagunça do roteiro. Jean Simmons, à época mulher do Granger, parece meio perdida em seu personagem. O resultado final só podia ser insatisfatório.
Como até um filme mediano de antigamente tem mais charme que os atuais.
Footsteps in the Fog é um filme que se destaca principalmente pela sua fotografia, proporcionando uma experiência visualmente bonita. No entanto, o enredo é muito melodramático e previsível, especialmente para quem que não é fã de dramas novelescos, tornando a trama bastante cansativa em diversos momentos.
O roteiro com certeza é dos mais brilhantes com várias reviravoltas do início ao fim. Só que infelizmente a direção não foi das mais competentes entregando um trabalho apenas correto que poderia ter feito melhor uso da tensão e do suspense que existem na história. O clima e os cenários em alguns momentos me fizeram lembrar das produções de época da Hammer, conhecida produtora inglesa de filmes de terror. A fotografia a cores não é das melhores e deixa a impressão de que o filme ficaria melhor se tivesse sido feito em preto e branco. Com certeza ele é um bom suspense, mas faltou algo mais ser considerado um clássico do gênero.
Atmosfera soturna com uma direção impecável.
A canastrice do Stewart Granger com suas caretas atrapalha um maior envolvimento com a trama, que por si só já não se ajuda. Uma tentativa tosca de alcançar uma atmosfera Hitchcockiana, sem sucesso devida a bagunça do roteiro. Jean Simmons, à época mulher do Granger, parece meio perdida em seu personagem. O resultado final só podia ser insatisfatório.