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Data de lançamento
23 Jan. 2020Duração
No fim dos anos 1990 uma onda de sequestros abala o Rio de Janeiro. Um grupo de policiais assume a Divisão de Antissequestro (DAAS) e a missão de desmontar as quadrilhas que transformaram o crime em indústria. Nos bastidores das investigações, a disputa de poder separa de um lado, Mendonça - policial incorruptível porém extremamente violento - e do outro, Santiago, Ramos e Roberta - eficientes porém corruptos. O resultado: em poucos anos, zero ocorrências.
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Série muito bem produzida!
Gostei da produção, bem feita com cara da época. A premissa não é novidade mas foi bem desenvolvida e o elenco funciona, embora com alguns elementos meio fracos. Prende a atenção, é dinâmico e acaba um passatempo legal, com uma boa fotografia, e lembra de leve Tropa de Elite. Um suspense com pitadas de drama que mostra a corrupção política e da polícia. Vale conferir, embora e não tenha achado que ficou acima da média.
Para uma produção nacional até que eu achei dentro das expectativas aceitáveis de qualidade... No que se refere à história em si, eu achei interessante e com um roteiro bem montado, cujo objetivo principal acredito que tenha conseguido atingir... As atuações não comprometem a qualidade geral, mas é claro que o filme tem alguns pequenos deslizes de consenso, mas nada que estrague o esforço e a boa intenção do cinema nacional de produzir um bom filme... eu consegui ficar satisfeito com o que assisti e até recomendo para quem gosta de apreciar cinema nacional e não seja tão exigente. --------------------------------------------- O QUE ACHEI DESSE FILME (facebook/instagram/blog)
como é uma edição de 5 eps de uma série acaba ficando corrido
mas enfim assisti pensando que dos anos 90 pra cá a corrupção aumentou absurdamente
deus me livre o rio de janeiro
Falando sob o ponto de vista técnico, o filme é perfeito. A fotografia e a edição funcionam muito bem e a direção, apesar das atuações serem extremamente artificiais, também é boa. Minha única ressalva é a captação da fala dos personagens. Não sei se é limitação técnica nos equipamentos ou se é algum macete de pós-produção, mas em vários momentos não conseguimos ouvir/entender nada que as personagens estão falando. Dos filmes nacionais que já assisti, acho que somente os dois Tropas de Elite não sofrem desse problema (se não me engano, Cidade de Deus também tem uma captação nível estrangeiro).
Já as atuações, como mencionei acima, me incomodaram um pouco. Não que sejam ruim, mas você percebe que é algo 'forçado', 'artificial'. Não é fluído, leve e solto como, por exemplo, Brad Pitt em "Snatch" ou Edward Norton em "Brooklyn sem pai nem mãe". Você não consegue criar empatia pois sabe que são atores interpretando, não tem a sensação de que aquilo é algo real que foi filmado e estão exibindo pra você.
Falando do filme como estória, não é ruim. Mas o ritmo é lento e tem umas passagens que poderiam ser melhor explicadas para dar mais contexto, além das personagens poderem ter sido um pouco melhor construídas. No geral, o filme é bom, o suspense é muito bem feito e, apesar de alguns momentos te fazerem pensar que serão previsíveis, você nunca tem certeza até acontecer de fato algo.
O cinema nacional tem coisas boas, não é muito fácil de encontrar, pelo excesso de porcaria que produzimos (filmes da Xuxa, comédias 'besteirol', e afins) mas tem coisas boas sim. Só precisamos fazer uns intercâmbios de cinema pra tentarmos resolver essa carência na qualidade da captura e edição do áudio dos nossos filmes.