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Sinopse
Um mercenário com uma espada de três lâminas redescobre o perigoso futuro de sua herança real quando é recrutado para ajudar uma princesa a frustrar os desígnios de um tirano brutal e um poderoso feiticeiro na conquista de uma terra.
Talon (Lee Horsley) é um príncipe mercenário que busca vingança contra o feiticeiro-rei Cromwell (Richard Lynch), que usurpou o trono de seu pai e assassinou sua família, pouco depois que ele largou as fraudas. No meio de sua jornada, ele se junta a princesa Alana (Kathleen Beller), salva os rebeldes de serem executados, liberta comandantes da tortura, luta com uma criatura estranha, faz uma festa! Tudo isso com sua espada extraordinária...
Este é "A Espada e os Bárbaros", um filme cheio de lutas de espadas, castelos de pedra, macumba braba, vilãozão feiticeiro e uma criatura renascidas das terras do capeta, pra morder as bundas de todo mundo na história. É um filme B de luxo, um Conan de baixo custo, mas muito bem produzido, com cenários bem Noites do Terror do PlayCenter, mas tudo na cesta básica técnica.
O inicio é promissor, as cenas que a turma de Cromwell ressuscita o Xusia (Richard Moll), impressionam muito. A caverna com a tumba, fogo e tinta vermelha, jogam o filme pra um terror preocupante, que pode fazer debandar muitos fracos nessa hora. Mais tarde tem as lutas, as mortes, mas quando o jovem Talon, aponta a espada e solta as laminas. Tem que ter fé em algum santo, pra poder aguentar as cenas. É foda.
Pra quê diabo alguém tem uma ideia dessas! Se já não bastasse as três laminas da bicha, a desgraçada ainda atira! E atirar como? E o peso dela na hora de lutar? Ninguém explica isso, nem o Albert Pyun, que passa o pano em tudo e segue essa foçada até o final. Mas deletar a imagem de sua mente, "A Tri-Espada e os Bárbaros", tem muita coisa boa!
Lutas bagunçadas, resgates desesperados, gritaria, corre corre e beijo beijo. O Talon sai batendo em todo mundo, mas se dá mal também. Ele luta com guardas, leva um piau do Cromwell, é capturado e pregado num X na sala de jantar. Mas pra que empunha uma Gillette Prestobarba com 3 laminas, isso não é nada!
As cenas finais é uma bagunça do capeta, com casamento, exercito invadindo, Talon se soltando dos pregos e lutando com o coisa ruim do Xusia, e o Cromwell. Cê é doido.
Eu não conhecia esse "A Espada e os Bárbaros". Independente do Prestobarba, achei o filme bacana e divertido. O cartaz ao estilo das capas da "Espada Selvagem do Conan", impressiona quem vê, mas o filme de Albert Pyun, não é pra se levar a sério. A história de Talon, Cromwell, Xusia e a princesa Alana (Kathleen Beller é a cara da Jenna Ortega), é pra se distrair e entreter, nesse mundo de filme B oitentista.
Possui belos cenários, figurinos, efeitos especiais e um charme de filme de fantasia medieval oitentista. Mas achei o andar da coisa um pouco chatinho, e em momentos demasiadamente escuro. Cenas de luta surgem somente no último ato, e são muito curtas e pouca ou nada empolgantes. A única marcante é a luta final contra Cromwell, mas até lá tem que aguentar 1h30 de chatice. Outro filme semelhante é 'Kull, o Conquistador' que é melhorzinho e mais movimentado.
Filme Capa e Espada dirigido pelo especialista em filmes B , Albert Pyun , foi muito bem sucedido na época de seu lançamento e tendo todos os elementos necessários para esse tipo de produção , inclusive um super vilão como Richard Lynch.
Conan do Paraguai.
Tem Alguns Spoilers...
Talon (Lee Horsley) é um príncipe mercenário que busca vingança contra o feiticeiro-rei Cromwell (Richard Lynch), que usurpou o trono de seu pai e assassinou sua família, pouco depois que ele largou as fraudas. No meio de sua jornada, ele se junta a princesa Alana (Kathleen Beller), salva os rebeldes de serem executados, liberta comandantes da tortura, luta com uma criatura estranha, faz uma festa! Tudo isso com sua espada extraordinária...
Este é "A Espada e os Bárbaros", um filme cheio de lutas de espadas, castelos de pedra, macumba braba, vilãozão feiticeiro e uma criatura renascidas das terras do capeta, pra morder as bundas de todo mundo na história. É um filme B de luxo, um Conan de baixo custo, mas muito bem produzido, com cenários bem Noites do Terror do PlayCenter, mas tudo na cesta básica técnica.
O inicio é promissor, as cenas que a turma de Cromwell ressuscita o Xusia (Richard Moll), impressionam muito. A caverna com a tumba, fogo e tinta vermelha, jogam o filme pra um terror preocupante, que pode fazer debandar muitos fracos nessa hora. Mais tarde tem as lutas, as mortes, mas quando o jovem Talon, aponta a espada e solta as laminas. Tem que ter fé em algum santo, pra poder aguentar as cenas. É foda.
Pra quê diabo alguém tem uma ideia dessas! Se já não bastasse as três laminas da bicha, a desgraçada ainda atira! E atirar como? E o peso dela na hora de lutar? Ninguém explica isso, nem o Albert Pyun, que passa o pano em tudo e segue essa foçada até o final. Mas deletar a imagem de sua mente, "A Tri-Espada e os Bárbaros", tem muita coisa boa!
Lutas bagunçadas, resgates desesperados, gritaria, corre corre e beijo beijo. O Talon sai batendo em todo mundo, mas se dá mal também. Ele luta com guardas, leva um piau do Cromwell, é capturado e pregado num X na sala de jantar. Mas pra que empunha uma Gillette Prestobarba com 3 laminas, isso não é nada!
As cenas finais é uma bagunça do capeta, com casamento, exercito invadindo, Talon se soltando dos pregos e lutando com o coisa ruim do Xusia, e o Cromwell. Cê é doido.
Eu não conhecia esse "A Espada e os Bárbaros". Independente do Prestobarba, achei o filme bacana e divertido. O cartaz ao estilo das capas da "Espada Selvagem do Conan", impressiona quem vê, mas o filme de Albert Pyun, não é pra se levar a sério. A história de Talon, Cromwell, Xusia e a princesa Alana (Kathleen Beller é a cara da Jenna Ortega), é pra se distrair e entreter, nesse mundo de filme B oitentista.
Coisa boa!
Mas o Prestobarba é foda rsrsrs...
Possui belos cenários, figurinos, efeitos especiais e um charme de filme de fantasia medieval oitentista. Mas achei o andar da coisa um pouco chatinho, e em momentos demasiadamente escuro. Cenas de luta surgem somente no último ato, e são muito curtas e pouca ou nada empolgantes. A única marcante é a luta final contra Cromwell, mas até lá tem que aguentar 1h30 de chatice. Outro filme semelhante é 'Kull, o Conquistador' que é melhorzinho e mais movimentado.
que pecados eu cometi ao mundo para nao ter nunca visto esse ja classico, baixando aqui, pena que não vi na infancia!
Filme Capa e Espada dirigido pelo especialista em filmes B , Albert Pyun , foi muito bem sucedido na época de seu lançamento e tendo todos os elementos necessários para esse tipo de produção , inclusive um super vilão como Richard Lynch.