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Outros títulos
Uzumaki - Out of this World - Alemanha
Spiral - Estados Unidos da América
Vortex - Hong Kong
うずまき - Japão
Sinopse
Na cidade de Kurouzu, moradores começam a apresentar estranho comportamento e desenvolvem uma obsessão com qualquer objeto ou animal que contenha a forma espiral.
O filme estava simplesmente ótimo, até uns últimos 10, 15 minutos quando ela decai de forma HORRENDA. Assisti pela primeira vez mais uns dez anos atrás. Achei o visual bizarro e o tema interessante, apesar de nem saber que era baseado em um manga ou quem era Junji Ito. Lembro que gostei mas que sai um pouco decepcionado.
Recordo vagamente que minha impressão foi de que o filme acabou de forma abrupta, que ele entrega várias ideias legais sobre as diferentes maldições com espirais mas quando elas vão ficar realmente bizarras ou interessantes, o filme corta e acaba, simplesmente tacando aquelas fotos na cena final. Quero dizer, seria mais interessante ver no filme aquelas loucuras acontecerem do que ver umas fotos delas. E, lendo o mangá, fica evidente o motivo desse problema. O filme acaba pouco depois da metade do mangá, deixando toda a conclusão de fora. Não reclamo de alguns cortes, afinal, é um mangá longo. Mas, parece que por razões orçamentárias, o filme não pode ter duas horas, sendo que a meia hora a mais poderia muito bem colocar o terceiro ato do mangá e fazer jus a ele. Mas, para piorar, o terceiro ato demandaria cenas ainda mais pirotécnicas. De todo modo, poderiam ter substituído, então, por um clímax melhor e trabalhar mais o terceiro ato. Do modo que foi colocado ficou ridículo. O Suichi sendo amaldiçoado pela espiral do nada e se espiralando em segundos enquanto os outros amaldiçoados tiveram sua transformação gradual. E, ainda, o filme vai colocando as várias maldições da espiral de forma até inteligente, já que no mangá é de forma episódica, em uma estrutura que não funcionaria no filme. Mas as conclui de forma ridícula, usando do recurso da reportagem de televisão para, de forma preguiçosa e expositiva, poder amarrar a conclusão das maldições de forma rápida e, obviamente, frustrante, não concluindo de verdade.
Ou seja, até esse momento da reportagem de TV o filme estava simplesmente ótimo na minha opinião e mereceria 4.5 estrelas com facilidade. A frase inicial remetendo ao início do mangá, a fidelidade ao material original, as experimentações estilísticas e ousadias do diretor, a fotografia que não tem medo de assumir filtros fortes, principalmente em tons de verde, o design de produção que é fiel ao mangá mas possuindo também uma identidade visual própria e bem marcante, que fazem o filme ficar muito bom visualmente, além dos elementos de gore e de terror serem bem empregados e das espirais aparecendo do nada na tela. Por isso tudo ser muito bem realizado, é ainda mais frustrante que tenham abrido mão de um terceiro ato e acabem o filme abruptamente. E, repito, fica frustrante até para quem nem leu o mangá. Até mesmo naquela questão de querer tentar explicar demais as maldições (algo que não é feito no mangá) soa cuidadoso, já que explica mas não explica, deixando apenas por alto os motivos da maldição, embora ainda tenha achado essa parte meio desnecessária. Em conclusão, é um filme que tinha tudo para se ótimo, mas que acaba antes de finalizar. Nota: 8.3.
- uma loucura dessa só podia vir da mente do junji ito mesmo - pela fama que o mangá tem, acredito que o filme não faça jus mas mesmo assim tá longe de ser ruim - como adoro essas bizarrices do terror japones - trauma instantâneo, nunca mais vou ver uma espiral da mesma forma
Depois de ver a série Azumaki e ir ver a versão cinematográfica feita a 24 anos atrás fica tudo mais entrelaçado ainda. As histórias tem suas poucas diferenças, mas merecem uma conferida. O longa sofre com algumas atuações canastronas.
Não vou nem comparar com o mangá, pq dá pra ver o orçamento limitado e tudo que precisou ser cortado. Como filme, é tudo muito lento, tudo fica tempo demais na tela (eu cochilei duas vezes) exceto na parte final, quando jogam todas as referências de uma vez e terminam de forma abrupta. Lamentável.
Começa bem,com algumas reviravoltas logo no início,prepara bem o terreno para o terror,mas no final das contas não impõe o mesmo ritmo na reta final.
>Assistido em 13 de Janeiro de 2026
O filme estava simplesmente ótimo, até uns últimos 10, 15 minutos quando ela decai de forma HORRENDA.
Assisti pela primeira vez mais uns dez anos atrás. Achei o visual bizarro e o tema interessante, apesar de nem saber que era baseado em um manga ou quem era Junji Ito. Lembro que gostei mas que sai um pouco decepcionado.
Recordo vagamente que minha impressão foi de que o filme acabou de forma abrupta, que ele entrega várias ideias legais sobre as diferentes maldições com espirais mas quando elas vão ficar realmente bizarras ou interessantes, o filme corta e acaba, simplesmente tacando aquelas fotos na cena final. Quero dizer, seria mais interessante ver no filme aquelas loucuras acontecerem do que ver umas fotos delas.
E, lendo o mangá, fica evidente o motivo desse problema. O filme acaba pouco depois da metade do mangá, deixando toda a conclusão de fora. Não reclamo de alguns cortes, afinal, é um mangá longo. Mas, parece que por razões orçamentárias, o filme não pode ter duas horas, sendo que a meia hora a mais poderia muito bem colocar o terceiro ato do mangá e fazer jus a ele. Mas, para piorar, o terceiro ato demandaria cenas ainda mais pirotécnicas.
De todo modo, poderiam ter substituído, então, por um clímax melhor e trabalhar mais o terceiro ato. Do modo que foi colocado ficou ridículo. O Suichi sendo amaldiçoado pela espiral do nada e se espiralando em segundos enquanto os outros amaldiçoados tiveram sua transformação gradual.
E, ainda, o filme vai colocando as várias maldições da espiral de forma até inteligente, já que no mangá é de forma episódica, em uma estrutura que não funcionaria no filme. Mas as conclui de forma ridícula, usando do recurso da reportagem de televisão para, de forma preguiçosa e expositiva, poder amarrar a conclusão das maldições de forma rápida e, obviamente, frustrante, não concluindo de verdade.
Ou seja, até esse momento da reportagem de TV o filme estava simplesmente ótimo na minha opinião e mereceria 4.5 estrelas com facilidade. A frase inicial remetendo ao início do mangá, a fidelidade ao material original, as experimentações estilísticas e ousadias do diretor, a fotografia que não tem medo de assumir filtros fortes, principalmente em tons de verde, o design de produção que é fiel ao mangá mas possuindo também uma identidade visual própria e bem marcante, que fazem o filme ficar muito bom visualmente, além dos elementos de gore e de terror serem bem empregados e das espirais aparecendo do nada na tela. Por isso tudo ser muito bem realizado, é ainda mais frustrante que tenham abrido mão de um terceiro ato e acabem o filme abruptamente. E, repito, fica frustrante até para quem nem leu o mangá.
Até mesmo naquela questão de querer tentar explicar demais as maldições (algo que não é feito no mangá) soa cuidadoso, já que explica mas não explica, deixando apenas por alto os motivos da maldição, embora ainda tenha achado essa parte meio desnecessária.
Em conclusão, é um filme que tinha tudo para se ótimo, mas que acaba antes de finalizar.
Nota: 8.3.
- uma loucura dessa só podia vir da mente do junji ito mesmo
- pela fama que o mangá tem, acredito que o filme não faça jus mas mesmo assim tá longe de ser ruim
- como adoro essas bizarrices do terror japones
- trauma instantâneo, nunca mais vou ver uma espiral da mesma forma
Depois de ver a série Azumaki e ir ver a versão cinematográfica feita a 24 anos atrás fica tudo mais entrelaçado ainda. As histórias tem suas poucas diferenças, mas merecem uma conferida. O longa sofre com algumas atuações canastronas.
Não vou nem comparar com o mangá, pq dá pra ver o orçamento limitado e tudo que precisou ser cortado. Como filme, é tudo muito lento, tudo fica tempo demais na tela (eu cochilei duas vezes) exceto na parte final, quando jogam todas as referências de uma vez e terminam de forma abrupta. Lamentável.