Uma mulher que cuida de apontamentos de apostas clandestinamente combina com o seu namorado, um capanga do crime, em roubar uma grande quantidade em dinheiro, no dia do resultado. Após o plano dar errado, eles incriminam um homem inocente.
O retrato de John Ireland um assassino obcecado pelo frio é a melhor coisa neste filme. Sua performance é nervosa, sexy e ameaçadora. Um bandido brutal que ama sua arma. Infelizmente ele é dificultado por um roteiro fraco, onde suas ações geralmente fazem pouco sentido. Um dos primeiros filmes noir dirigidos por Anthony Mann,
As cenas fortes de Ed Kelly sendo enquadradas e empurrado pelos policiais.
Mann desenvolverá melhor esses temas em seus filmes posteriores (noirs e westerns). Ainda um filme muito agradável e uma obrigação para os fãs do filme noir.
História tensa, rápida, explosivamente violenta com suas sombras usadas não apenas para descrever o interior de seus personagens, mas como metáforas visuais. John Ireland tem aqui o seu melhor desempenho dentre os que já vi, mal, ameaçador e sexy. Quando ele não está estapeando Jane Randolph para parar de beber (seguindo a linha de mulheres alcoólatras em Film Noir, como Claire Trevor, em “Key Largo” e Gloria Grahame em “The Big Heat”) ele perfuma as balas do seu revolver. Sempre com um sorriso sórdido, um prazer doentio cada vez que usa a violência, seja batendo ou descarregando o seu revolver em alguém.
A fotografia é linda, o enredo muito bem desenvolvido e o diálogo é ágil. Anthony Mann sabia como fazer um bom Noir, cheio de tensão, tiros, vidros quebrando e todo aquele charme que só os filmes “B” tem.
O único ponto negativo é Hugh Beaumont no papel do policial bonzinho, a atuação dele não chega nem a ser satisfatória. Mas quem precisa de Beaumont quando se tem John Ireland?
O retrato de John Ireland um assassino obcecado pelo frio é a melhor coisa neste filme. Sua performance é nervosa, sexy e ameaçadora. Um bandido brutal que ama sua arma. Infelizmente ele é dificultado por um roteiro fraco, onde suas ações geralmente fazem pouco sentido. Um dos primeiros filmes noir dirigidos por Anthony Mann,
As cenas fortes de Ed Kelly sendo enquadradas e empurrado pelos policiais.
História tensa, rápida, explosivamente violenta com suas sombras usadas não apenas para descrever o interior de seus personagens, mas como metáforas visuais. John Ireland tem aqui o seu melhor desempenho dentre os que já vi, mal, ameaçador e sexy. Quando ele não está estapeando Jane Randolph para parar de beber (seguindo a linha de mulheres alcoólatras em Film Noir, como Claire Trevor, em “Key Largo” e Gloria Grahame em “The Big Heat”) ele perfuma as balas do seu revolver. Sempre com um sorriso sórdido, um prazer doentio cada vez que usa a violência, seja batendo ou descarregando o seu revolver em alguém.
A fotografia é linda, o enredo muito bem desenvolvido e o diálogo é ágil. Anthony Mann sabia como fazer um bom Noir, cheio de tensão, tiros, vidros quebrando e todo aquele charme que só os filmes “B” tem.
O único ponto negativo é Hugh Beaumont no papel do policial bonzinho, a atuação dele não chega nem a ser satisfatória. Mas quem precisa de Beaumont quando se tem John Ireland?
Excelente thriller de baixo orçamento, conduzido brilhantemente do começo ao fim.