Escritor fracassado tenta seduzir a empregada da família e a estrangula depois de o ter rejeitado. Para se livrar do crime, tentará envolver o irmão para encobrir o crime e construir seu álibi.
Gostei bastante. Prendeu minha atenção do começo ao fim. Acredito, que se fosse dirigido por Hithcock, teria se tornado um filme mais memorável, pois tem todos os elementos de um filme feito por Hitchcock.
House by the River 1950, no Brasil Maldição. Como os filmes antigos são muito superiores aos atuais, né? E não é saudosismo, eles têm uma grande diferença, sem falar que antigamente tudo era enredo, roteiro e desenvolvimento do personagem, sua personalidade e da história, algo que hoje em dia quase sempre fica em segundo plano. E aqui vemos um pouco disso, você se apega aos personagens, torce por alguns, do mesmo jeito que torce para outros se foderem, justamente porque o filme constrói bem essas relações e deixa claro quem é quem dentro da narrativa.
Como Stephen, que foi um lixo desde o começo do filme e só piora, ficando cada vez mais desprezível conforme a história avança e suas atitudes se acumulam.
Eu jurei que em algum momento o Inspetor Sarten (Will Wright) ia prendê-lo, principalmente na hora em que tentou matar Marjorie (Jane Wyatt), já que tudo caminhava para esse desfecho mais lógico. Mas John (Lee Bowman) volta, e sem dizer uma palavra Stephen simplesmente se enrosca na cortina, coisa que nem uma criança conseguiria, cai da escada e morre.
Esse final foi fraco pra mim, pois depois de toda a tensão construída, a resolução soa apressada e pouco impactante.
Como o Inspetor estava sondando ele, poderia ter chegado e pegado ele em flagrante, fechando o arco de forma mais satisfatória. Não gosto quando vilões morrem em certos filmes, acho que eles deveriam ser pegos e sofrerem na cadeia, o que é o caso que eu gostaria que tivesse acontecido aqui, até para reforçar o peso moral da história.
Tem personagens secundários importantes, como a vizinha de Stephen, a empregada de John, que ajudam a dar mais corpo ao ambiente e à trama. O filme é bom, é curto, te prende desde o começo, mas ainda assim achei que faltou algo, e esse desfecho foi decepcionante pra mim.
Não chega a ser um "Almas Perversas" mas é mais um bom filme do Fritz Lang. O final apressado decepciona um pouco mas não chega a estragar o filme.
Gostei bastante. Prendeu minha atenção do começo ao fim.
Acredito, que se fosse dirigido por Hithcock, teria se tornado um filme mais memorável, pois tem todos os elementos de um filme feito por Hitchcock.
House by the River 1950, no Brasil Maldição. Como os filmes antigos são muito superiores aos atuais, né? E não é saudosismo, eles têm uma grande diferença, sem falar que antigamente tudo era enredo, roteiro e desenvolvimento do personagem, sua personalidade e da história, algo que hoje em dia quase sempre fica em segundo plano. E aqui vemos um pouco disso, você se apega aos personagens, torce por alguns, do mesmo jeito que torce para outros se foderem, justamente porque o filme constrói bem essas relações e deixa claro quem é quem dentro da narrativa.
Como Stephen, que foi um lixo desde o começo do filme e só piora, ficando cada vez mais desprezível conforme a história avança e suas atitudes se acumulam.
Eu jurei que em algum momento o Inspetor Sarten (Will Wright) ia prendê-lo, principalmente na hora em que tentou matar Marjorie (Jane Wyatt), já que tudo caminhava para esse desfecho mais lógico. Mas John (Lee Bowman) volta, e sem dizer uma palavra Stephen simplesmente se enrosca na cortina, coisa que nem uma criança conseguiria, cai da escada e morre.
Como o Inspetor estava sondando ele, poderia ter chegado e pegado ele em flagrante, fechando o arco de forma mais satisfatória. Não gosto quando vilões morrem em certos filmes, acho que eles deveriam ser pegos e sofrerem na cadeia, o que é o caso que eu gostaria que tivesse acontecido aqui, até para reforçar o peso moral da história.
Assistido em 22/01/2026
28.12.1997
esquecível