Uma violenta onda de grotescos assassinatos em Frankfurt é posta em prática por uma seita de adoradores do Demônio. Após quase atropelar um idoso que porta uma estranha caixa, uma jovem professora decide levá-lo para casa. O que ela não sabe é que os assassinatos, o resgate do idoso e sua vida atual estão fortemente ligados por um plano que pode envolver um futuro permanente dentro da seita.
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La Setta 1991, no Brasil A Filha do Demônio. Tem uma boa atmosfera, especialmente as locações. A casa da Miriam (Kelly Curtis) é bem sinistra e ajuda a criar um clima de mistério o tempo todo.
As cenas com o pássaro e os mistérios envolvendo o velho e a seita funcionam bem.
Apesar de sabermos mais ou menos o rumo que a história vai tomar, ainda fica a curiosidade de ver como tudo vai se desenrolar.
O filme peca por ser arrastado demais, com muitas cenas sem diálogos ou sequências que não agregam quase nada. Poderia ser bem mais curto sem prejudicar a história — na verdade, ficaria melhor.
Enfim, é mediano pra mim. Apesar de ter acertado em alguns pontos (atmosfera, tensão e algumas ideias), fica aquele gosto de que faltou algo e que o tempo foi mal aproveitado.
Um filme que tem potencial, mas não consegue decolar de verdade.
Assistido em 11/07/2026
ps:
inacreditável o assassino satanista vitima de pickpockets
na moral, não da pra adivinhar o próximo passo do filme. que pepita, ainda bem que resolvi assistir, esse merece muito mais amor
a cena com o pássaro no final pqp....
(assisti a versão sem corte e remasterizada)
Terror italiano anos 90, dirigido pelo Michele Soavi (diretor do excelente Dellamorte Dellamore e do bom A Catedral, além de ter atuado em clássicos como Demons, Tenebre, Phenomena, etc). Produzido pelo mestre Argento. Bons cenários. Califórnia, 1970. Os hippies. O cara misterioso. A citação a Sympathy for the Devil do Stones. O ataque. A seita. Alemanha, 1991. A perseguição. O assassinato. A sequência no metrô. O ônibus. O senhor estranho. A Miriam. O acidente. O acolhimento. A casa tem um visual sombrio. O porão (tem uma vibe meio A Catedral). O pano. As coisas azuis. A cena do caminhoneiro. A cena do hospital. O ritual. A cena dos ganchos (boa maquiagem). As faces (lembra muito O Massacre da Serra Elétrica). O pássaro. O nascimento. Bom final. Enfim... A partir da metade o filme acaba enrolando e se perdendo, mas tem seus pontos positivos e eu acabei gostando.
Eu sou muito fã do Michele Soavi mas esse filme é muito fraco.