Neste suspense provocante, uma jovem escritora (Jenna Ortega) e seu professor (Martin Freeman) se envolvem em uma trama complexa, onde os limites se confundem à medida que suas vidas se entrelaçam.
Essa obra deve ser soboreada paulatinamente, suas intenções se mostram por meio das conclusões e da atenção do espectador, pois o filme, ao tempo que protagoniza os diálogos e leituras de trechos, é permeado de mensagens não verbais, a compreensão dessas é primordial para a imersão na narrativa. O cerne do filme é Jenna Ortega, mesmo que eventualmente pareça emular a "Wandinha", seus olhares e expressões são fundamentais para criar um campo de atração a sua volta, sugando seu autoindugente professor. O final nos mostra as causas e consequências socias e psicológicas de nossos atos, sejam eles intencionais ou não, sejam eles sugestionados ou executados.
A fotografia é boa, trilha sonora também, mas eu não entendi quase nada e eu não gosto de coisas que não entendo
Achei que fosse ter mais conteúdo, mas foi uma história bem superficial de uma adolescente que não soube lidar com frustração.
Essa obra deve ser soboreada paulatinamente, suas intenções se mostram por meio das conclusões e da atenção do espectador, pois o filme, ao tempo que protagoniza os diálogos e leituras de trechos, é permeado de mensagens não verbais, a compreensão dessas é primordial para a imersão na narrativa.
O cerne do filme é Jenna Ortega, mesmo que eventualmente pareça emular a "Wandinha", seus olhares e expressões são fundamentais para criar um campo de atração a sua volta, sugando seu autoindugente professor. O final nos mostra as causas e consequências socias e psicológicas de nossos atos, sejam eles intencionais ou não, sejam eles sugestionados ou executados.
Que filme chato hein! Essa atriz não acerta em quase nenhuma escolha, senhor…
"...fui feita de boba por minhas próprias noções infantis de amor."