O símbolo sexual dos anos 40/50, Rita Hayworth despertou paixões dentro e fora da tela. A trajetória desta grande estrela de Hollywood foi marcada por muitas glórias e grandes decepções.
O filme é tão mastigado, que fica até difícil comentar, mas vamos lá: a escolha da Lynda Carter para ser a Rita Hayworth foi perfeita, ela realmente tem um quê especial. Não acho que sejam parecidas, mas o cabelo, altura, algumas expressões, casaram perfeitamente. Fiquei feliz com a maneira como ela conseguiu emular a voz da Rita, no entanto, a personalidade da personagem depois da fama ficou muito centrada no esteriótipo de Gilda. Rita era extremamente tímida e muito tranquila fora das telas, no entanto, Lynda atuou como uma mulher desaforada, extremamente intensa, muito glamourosa no dia a dia, etc, etc, e a Rita não era assim na vida real.
A direção de arte foi muito boa, fiquei muito impressionada com as semelhanças de alguns figurinos e até mesmo com a reprodução perfeita do vestido azul de Jacques Fath usado por Hayworth em seu matrimônio com Ali Khan. E por falar em Ali, ele e o Orson Welles foram bem representados. O ator que fez o Welles conseguiu imitar a voz grave dele muito bem.
O problema é que esse filme foi originalmente feito pra TV, e tem um ritmo muito rápido, por isso não dá tempo de degustar nada, todas as cenas passam como um flash e isso fez com que se perdesse o drama, o suspense e o intrigante que foi a vida de Rita Hayworth.
A história termina muito antes da morte dela, então ficou faltando muita coisa. Gostaria muito que algum diretor refizesse ou que a história de Rita Hayworth fosse transformada em série, mas dessa vez com calma.
O filme é tão mastigado, que fica até difícil comentar, mas vamos lá: a escolha da Lynda Carter para ser a Rita Hayworth foi perfeita, ela realmente tem um quê especial. Não acho que sejam parecidas, mas o cabelo, altura, algumas expressões, casaram perfeitamente. Fiquei feliz com a maneira como ela conseguiu emular a voz da Rita, no entanto, a personalidade da personagem depois da fama ficou muito centrada no esteriótipo de Gilda. Rita era extremamente tímida e muito tranquila fora das telas, no entanto, Lynda atuou como uma mulher desaforada, extremamente intensa, muito glamourosa no dia a dia, etc, etc, e a Rita não era assim na vida real.
A direção de arte foi muito boa, fiquei muito impressionada com as semelhanças de alguns figurinos e até mesmo com a reprodução perfeita do vestido azul de Jacques Fath usado por Hayworth em seu matrimônio com Ali Khan. E por falar em Ali, ele e o Orson Welles foram bem representados. O ator que fez o Welles conseguiu imitar a voz grave dele muito bem.
O problema é que esse filme foi originalmente feito pra TV, e tem um ritmo muito rápido, por isso não dá tempo de degustar nada, todas as cenas passam como um flash e isso fez com que se perdesse o drama, o suspense e o intrigante que foi a vida de Rita Hayworth.
A história termina muito antes da morte dela, então ficou faltando muita coisa. Gostaria muito que algum diretor refizesse ou que a história de Rita Hayworth fosse transformada em série, mas dessa vez com calma.