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Sinopse
A Ilha dos Trópicos (Island in the Sun de Robert Rossen: 1957) foi o primeiro filme a romper com a proibição dos censores americanos sobre as relações inter-raciais exibindo o beijo do ator branco James Mason e da atriz negra Dorothy Dandrige.
É diferente dos filmes da época. O Tema abordado cutuca bastante a segregação que existia, é raso para os dias de hoje, acredito que na época que foi lançado não dee ter sido bem recebido. Bom passatempo e ainda traz questões que hoje tem mais visibilidade.
A Ilha dos Trópicos é um de 1957, produzido por Darryl F. Zanuck e dirigido por Robert Rossen, apresenta um elenco que inclui James Mason, Harry Belafonte, Joan Fontaine, Joan Collins, Dorothy Dandridge, Michael Rennie, Stephen Boyd, Patricia Owens, John Justin, Diana Wynyard, John Williams e Basil Sydney. O filme é sobre relações raciais e romance inter-raciais ambientado na ilha fictícia de Santa Marta. Barbados e Granada foram selecionados como os locais para o filme baseado no romance de Alec Waugh de 1955. O filme foi controverso na época de seu lançamento por seu retrato de romance inter-racial. O filme segue várias personagens, negros, brancos e mulatos ou outra qualquer expressão que se queira utilizar para expressar a chamada mistura de raças, e suas relações. Também narra a desigualdade social entre os britânicos que colonizaram a ilha e a população nativa; o que não espanta ninguém, afinal a história da colonização, em qualquer parte e em qualquer tempo é uma história de saques, roubos, matanças e destruição; ainda que se insistam nos piratas como os responsáveis por isso; pura balela! Maxwell Fleury (James Mason) é filho do proprietário de uma fazenda branca que sofre de um complexo de inferioridade e toma decisões precipitadas para provar seu valor. Ele é atormentado pelo ciúme de sua esposa Sylvia (Patricia Owens), e tem inveja de sua irmã mais nova Jocelyn (Joan Collins), que está sendo cortejada pelo Euan Templeton (Stephen Boyd), um herói de guerra que visita o governador da ilha, seu pai Lord Templeton (Ronald Squire). David Boyeur (Harry Belafonte), um jovem negro emergindo como um político poderoso, representa o povo comum e é visto por alguns como uma ameaça para a classe dominante branca. Mavis Norman (Joan Fontaine), uma mulher da elite branca, desperta um interesse romântico no Boyeur e grande parte da história explora a tensão entre esses dois. Há também um romance inter-racial entre Margot Seaton (Dorothy Dandridge), uma balconista de uma drogaria, e Denis Archer (John Justin), assistente do governador. Maxwell acredita que Hilary Carson (Michael Rennie) está tendo um caso com sua esposa. Ele estrangula Carson durante uma briga e depois tenta fazer com que pareça um roubo. O coronel Whittingham (John Williams), o chefe da polícia, investiga o assassinato. Um jornalista chamado Bradshaw (Hartley Power) escreve uma exposição revelando que a avó de Maxwell era descendente de negros. Maxwell decidiu candidatar-se à legislatura, mas é rejeitado pela multidão, depois insulta a todos os presentes. Jocelyn fica sabendo que está grávida, mas não deseja sobrecarregar Euan com uma criança de raça mista. Sua mãe revela que o pai de Jocelyn era na verdade um homem de raça mista, o resultado de um caso não revelado. Ela e Euan embarcam num avião para a Inglaterra, assim como Margot e Denis, para começar novas vidas. Maxwell, um homem quebrado, contempla o suicídio e depois decide ir a Whittingham para confessar. Mavis deseja casar-se com Boyeur e começar uma nova vida própria, mas ele decide as necessidades da ilha e seu povo deve vir primeiro. Como resultado de cenas de amor inter-raciais com Harry Belafonte, Joan Fontaine recebeu cartas com caneta venenosa, incluindo algumas supostas ameaças da Ku Klux Klan. Fontaine teria entregue as cartas para o FBI. O filme recebeu críticas mistas e seus temas inter-raciais significaram que encontrou dificuldades iniciais em ser exibido nos cinemas do sul dos Estados Unidos. O filme também recebeu protestos antes de sua abertura no Norte, em St Paul-Minneapolis Foi proibido em Memphis, Tennessee, por ser "uma descrição muito franca da miscigenação, ofensiva aos padrões morais, e sem utilidade nem para brancos nem para negros". O filme não é lá coisa alguma; tem, obviamente um valor histórico de registro, nada mais que isso...vê-lo ou não vê-lo nada acrescenta nada, mas se for um dia sem qualquer coisa para fazer vale a tentativa, desde que não se esqueça que estamos a falar no final dos anos de 1950...e nada ou muito pouco mudou desde então!
Uma importantíssima obra do cinema. Apesar de nos depararmos com a superficialidade com a qual o tema é tratado, é necessário pensá-lo em seu contexto de produção, que torna a abordagem muito mais relevante. É inegável que os arcos de Harry Belafonte e Dorothy Dandridge são os mais interessantes, sendo o primeiro a força motriz desse longa, mas todas as narrativas são satisfatórias e mantém a atenção da audiência. Um belíssimo filme, muito bem fotografado por Freddie Young. Uma obra que merece reconhecimento.
É diferente dos filmes da época. O Tema abordado cutuca bastante a segregação que existia, é raso para os dias de hoje, acredito que na época que foi lançado não dee ter sido bem recebido.
Bom passatempo e ainda traz questões que hoje tem mais visibilidade.
A Ilha dos Trópicos é um de 1957, produzido por Darryl F. Zanuck e dirigido por Robert Rossen, apresenta um elenco que inclui James Mason, Harry Belafonte, Joan Fontaine, Joan Collins, Dorothy Dandridge, Michael Rennie, Stephen Boyd, Patricia Owens, John Justin, Diana Wynyard, John Williams e Basil Sydney. O filme é sobre relações raciais e romance inter-raciais ambientado na ilha fictícia de Santa Marta. Barbados e Granada foram selecionados como os locais para o filme baseado no romance de Alec Waugh de 1955. O filme foi controverso na época de seu lançamento por seu retrato de romance inter-racial. O filme segue várias personagens, negros, brancos e mulatos ou outra qualquer expressão que se queira utilizar para expressar a chamada mistura de raças, e suas relações. Também narra a desigualdade social entre os britânicos que colonizaram a ilha e a população nativa; o que não espanta ninguém, afinal a história da colonização, em qualquer parte e em qualquer tempo é uma história de saques, roubos, matanças e destruição; ainda que se insistam nos piratas como os responsáveis por isso; pura balela! Maxwell Fleury (James Mason) é filho do proprietário de uma fazenda branca que sofre de um complexo de inferioridade e toma decisões precipitadas para provar seu valor. Ele é atormentado pelo ciúme de sua esposa Sylvia (Patricia Owens), e tem inveja de sua irmã mais nova Jocelyn (Joan Collins), que está sendo cortejada pelo Euan Templeton (Stephen Boyd), um herói de guerra que visita o governador da ilha, seu pai Lord Templeton (Ronald Squire). David Boyeur (Harry Belafonte), um jovem negro emergindo como um político poderoso, representa o povo comum e é visto por alguns como uma ameaça para a classe dominante branca. Mavis Norman (Joan Fontaine), uma mulher da elite branca, desperta um interesse romântico no Boyeur e grande parte da história explora a tensão entre esses dois. Há também um romance inter-racial entre Margot Seaton (Dorothy Dandridge), uma balconista de uma drogaria, e Denis Archer (John Justin), assistente do governador. Maxwell acredita que Hilary Carson (Michael Rennie) está tendo um caso com sua esposa. Ele estrangula Carson durante uma briga e depois tenta fazer com que pareça um roubo. O coronel Whittingham (John Williams), o chefe da polícia, investiga o assassinato. Um jornalista chamado Bradshaw (Hartley Power) escreve uma exposição revelando que a avó de Maxwell era descendente de negros. Maxwell decidiu candidatar-se à legislatura, mas é rejeitado pela multidão, depois insulta a todos os presentes. Jocelyn fica sabendo que está grávida, mas não deseja sobrecarregar Euan com uma criança de raça mista. Sua mãe revela que o pai de Jocelyn era na verdade um homem de raça mista, o resultado de um caso não revelado. Ela e Euan embarcam num avião para a Inglaterra, assim como Margot e Denis, para começar novas vidas. Maxwell, um homem quebrado, contempla o suicídio e depois decide ir a Whittingham para confessar. Mavis deseja casar-se com Boyeur e começar uma nova vida própria, mas ele decide as necessidades da ilha e seu povo deve vir primeiro. Como resultado de cenas de amor inter-raciais com Harry Belafonte, Joan Fontaine recebeu cartas com caneta venenosa, incluindo algumas supostas ameaças da Ku Klux Klan. Fontaine teria entregue as cartas para o FBI. O filme recebeu críticas mistas e seus temas inter-raciais significaram que encontrou dificuldades iniciais em ser exibido nos cinemas do sul dos Estados Unidos. O filme também recebeu protestos antes de sua abertura no Norte, em St Paul-Minneapolis Foi proibido em Memphis, Tennessee, por ser "uma descrição muito franca da miscigenação, ofensiva aos padrões morais, e sem utilidade nem para brancos nem para negros". O filme não é lá coisa alguma; tem, obviamente um valor histórico de registro, nada mais que isso...vê-lo ou não vê-lo nada acrescenta nada, mas se for um dia sem qualquer coisa para fazer vale a tentativa, desde que não se esqueça que estamos a falar no final dos anos de 1950...e nada ou muito pouco mudou desde então!
Uma importantíssima obra do cinema. Apesar de nos depararmos com a superficialidade com a qual o tema é tratado, é necessário pensá-lo em seu contexto de produção, que torna a abordagem muito mais relevante. É inegável que os arcos de Harry Belafonte e Dorothy Dandridge são os mais interessantes, sendo o primeiro a força motriz desse longa, mas todas as narrativas são satisfatórias e mantém a atenção da audiência. Um belíssimo filme, muito bem fotografado por Freddie Young. Uma obra que merece reconhecimento.
Bom, mas esperava mais!
Ótima fotografia e conhecimento sobre o racismo da época
Valeu