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Data de lançamento
26 Nov. 1943Duração
Deanna Durbin está mais bela do que nunca no papel de uma jovem aspirante a cantora que vai tentar a sorte em Nova Iorque na esperança de conseguir fazer carreira e encontrar o seu dito "rico" irmão. Ela se decepciona bastante ao descobrir que, na verdade, seu irmão trabalha como mordomo para um renomado compositor musical, Charles Gerard, mas vê aí uma oportunidade de realizar seu sonho.
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Comédia romântica musical em preto e branco da Universal Pictures indicada ao Oscar de melhor mixagem de som. Cenas durante ou pós-créditos: Os alimentos, bebidas, roupas, sapatos, borracha, gás e outros artigos consumidos ou usados nesta imagem são puramente imaginários e não têm relação com quaisquer alimentos, bebidas, roupas, sapatos, borracha, gás e outros artigos reais de hoje, racionados ou não racionados. Qualquer semelhança é puramente acidental. Esta é uma fábula de anteontem.
Entre outras músicas, a atriz Deanna Durbin (1921-2013) solta sua voz de soprano na ária "Nessun Dorma", da ópera Turandot (Puccini), e em uma seleção de canções folclóricas russas (em russo!). Franchot Tone (1905-1968) e Deanna Durbin estão extremamente charmosos neste filme, e a cena final é de uma perfeição única. Outro destaque é Pat O'Brien (1899-1983), que faz o simpático mordomo do título.
Shippo a Deanna com o Popoff, fo**-se. Casal muito melhor que com o mala do Gerard. Caramba, ela cantou em russo (num dos melhores números da Deanna), o Popoff deve ter surtado kkkkkk.
Aliás, este é o quarto melhor rankeado filme da Deanna no IMDB e realmente é um dos melhores filmes protagonizados pela atriz, embora seja curioso que os filmes dela piores rankeados são os que o par romântico dela era um mala, entretanto aqui isso acontece e o filme é bem avaliado. Mas, acho que a nota alta são porque as as situações do filme, o humor e as músicas são boas, e Deanna está no auge aqui, beira o absurdo. O diretor, o filme, todos os envolvidos, todo o universo parece estar em torno da figura dela que, repito, atinge seu auge nesse filme. O uso do screen glow para fazer a atriz brilhar, bem comum na época, é bem empregado aqui.
Gosto também que o filme se mantêm firme em sua proposta na mais intensa rigidez, sem ceder e sem com isso soar irreal também.
Vamos ser francos, o filme acabaria assim que Gerard escutasse Deanna cantando, algo que não era tão difícil assim de acontecer, mas só ocorre de fato na última cena do filme, extrapolando a premissa sem soar irreal ou absurdo que tal levasse tantos dias para ocorrer já que, se ocorresse, o filme acabaria. No fim, acho que o grande problema da produção foi mesmo nos útlimos dez minutos, quando desanda completamente. O comportamento do mordomo após saber do romance entre o compositor e Deanna é sem sentido, indo e voltando, e só acontece para a trama ter um clímax que, claro, como todo filme da época vai ser resolvida num passe de mágica.
O que, claro, não prejudica o filme, afinal, a experiência de assistir os filmes dessa época são, em si, mágicas.
Nota: 9.2.