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Duração
Joy (Carol White) viveu muito tempo com um homem fora-da-lei, que vivia entrando e saindo da prisão. Deste relacionamento nasceu seu único filho. Cansada, ela muda de parceiro, mas acaba se envolvendo com outro ladrão, que acaba sendo pego pela polícia e deixando-a desamparada novamente. A partir daí ele começa a se envolber com pessoas sem destino, até que, quando seu filho desaparece, Joy percebe quem realmente tem valor para ela.
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Não sei se porque eu me identifiquei muito com a Joy, mas assim, parece que as mulheres, principalmente depois de terem filhos são sabotadas em qualquer momento da história humana. Amei esse filme.
Primeiro filme de Ken Loach e que aparentemente ainda faz parte da Nouvelle Vague Britânica. Surpreende pelo estilo praticamente teatral em que capta as pessoas e o ambiente ao redor de Joy. Aliás, essa personagem é interpretada magistralmente por Carol White. Talvez o filme fique um pouco monótono a partir do último terço, mas a história é forte. Nada mais é do que sobre uma mulher que vive sempre o agora, o presente.