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Sinopse
A história se passa em 1938, numa cidade colonial francesa do Oeste da África. É um mordaz estudo das circunstâncias nas quais o racismo e o fascismo floresceram. Philippe Noiret estrela como um xerife simplório que decide acabar com a corrupção.
Produção francesa indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro que foi adaptada do romance de 1964 "Pop 1280", de Jim Thompson (1906-1977). O filme mudou o cenário do romance de uma cidade do sul dos Estados Unidos para uma pequena cidade na África Ocidental Francesa. As filmagens aconteceram em Louga e Saint-Louis, no Senegal.
Esta versão francesa de um romance popular americano captura a violência metódica e várias outras formas de amoralidade de uma maneira mórbida engraçada e não convencional. Verdadeiramente um filme de niilismo, ainda mais distorcido pela trilha sonora de jazz e câmera saltitante revelando o estado psicológico decrescente de Lucien.
Bertrand Tavernier (1941-2021) disse sobre este seu filme: "É sobre vingança, é claro, mas também é sobre outra coisa. É sobre Deus e livre arbítrio, e tem muitas implicações religiosas e metafísicas". Esta comédia e drama policial explora a mentalidade colonialista e seu complexo delirante de Deus e o senso distorcido de justiça por meio da filosofia, sexualidade e humor negro de seu personagem principal, Lucien Cordier, feito pelo sempre ótimo Philippe Noiret (1930-2006). Duas grandes atrizes do cinema francês complementam o trio de personagens: Stéphane Audran (1932-2018) e Isabelle Huppert.
Uma montanha russa de sentimentos em relação ao personagem principal, começa com uma relação de raiva em relação a sua inercia, depois um sentimento de aprovação a sua vingança e aí vem uma reprovação por seu racismo e por fim uma nova onda de admiração. Nota 7,0. 1*
É um bom filme...e também concordo com o comentario abaixo sobre a injustiça do Oscar pois o drama espanhol vencedor é mesmo um filme bem irregular e esquecível.
Produção francesa indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro que foi adaptada do romance de 1964 "Pop 1280", de Jim Thompson (1906-1977). O filme mudou o cenário do romance de uma cidade do sul dos Estados Unidos para uma pequena cidade na África Ocidental Francesa. As filmagens aconteceram em Louga e Saint-Louis, no Senegal.
Esta versão francesa de um romance popular americano captura a violência metódica e várias outras formas de amoralidade de uma maneira mórbida engraçada e não convencional. Verdadeiramente um filme de niilismo, ainda mais distorcido pela trilha sonora de jazz e câmera saltitante revelando o estado psicológico decrescente de Lucien.
Bertrand Tavernier (1941-2021) disse sobre este seu filme: "É sobre vingança, é claro, mas também é sobre outra coisa. É sobre Deus e livre arbítrio, e tem muitas implicações religiosas e metafísicas". Esta comédia e drama policial explora a mentalidade colonialista e seu complexo delirante de Deus e o senso distorcido de justiça por meio da filosofia, sexualidade e humor negro de seu personagem principal, Lucien Cordier, feito pelo sempre ótimo Philippe Noiret (1930-2006). Duas grandes atrizes do cinema francês complementam o trio de personagens: Stéphane Audran (1932-2018) e Isabelle Huppert.
Filme com humor ácido e drama social, achei bem foda , e tem a Isabelle, ai dou valor.
Uma montanha russa de sentimentos em relação ao personagem principal, começa com uma relação de raiva em relação a sua inercia, depois um sentimento de aprovação a sua vingança e aí vem uma reprovação por seu racismo e por fim uma nova onda de admiração. Nota 7,0. 1*
Isabelle Huppert maravilhosa
É um bom filme...e também concordo com o comentario abaixo sobre a injustiça do Oscar pois o drama espanhol vencedor é mesmo um filme bem irregular e esquecível.