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Data de lançamento
30 Junho 2016Duração
Passaram-se anos desde que o homem antes conhecido como Tarzan deixou as selvas de África para trás para uma vida sofisticada como John Clayton III, Lorde Greystoke, com sua amada esposa Jane ao seu lado. Agora, ele foi convidado para voltar ao Congo para servir como um emissário de comércio do Parlamento, sem saber que ele é, na verdade, um peão em uma convergência mortal de ganância e vingança, organizado pelo belga Capitão Leon Rom. Mas aqueles por trás da trama assassina não tem ideia do que estão prestes a desencadear.
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Não que eu tenha assistido tanta coisa assim sobre Tarzan, mas é sem dúvidas a melhor obra sobre ele que eu assisti. Gosto de como focaram mais no depois dele se tornar a lenda, do que de fato na lenda. Só acho que a rivalidade dele com a tribo poderia ser melhor desenvolvida, o cara simplesmente some.
Os cenários da selva um tanto quanto artificiais, mas nada que me irritou tanto. Foi legal assistir.
O filme A Lenda de Tarzan de 2016, baseado na obra de Edgar Rice Burroughs, mistura de maneira muito interessante os elementos da obra original, os elementos dos outros filmes que já foram feitos com o personagem e uns elementos cinematográficos interessantes, para produzir uma adaptação fascinante desse personagem, desse universo, mergulhando em vários elementos que outras obras não costumam mergulhar, como a relação do Tarzan não só com os animais, mas com as pessoas da África, de uma maneira muito perspicaz e interessante, abraçando a obra sem sentir culpa, como, talvez, algumas pessoas que tentassem interpretar essa obra hoje tivessem. É uma pena que não tenha se desenvolvido essa franquia, porque, apesar de eu gostar muito também do John Carter, da Disney, esse sim é um filme bem mais fraco, apesar de também ter muito amor e abraçar muito a obra original.
Gastaram demais pro elenco e faltou pra fotografia e efeitos.
Não esperava muita coisa, mas confesso que fui positivamente surpreendido. Se a maioria deixasse o anacronismo de lado, o filme não teria a nota que tem.
Em "A Lenda de Tarzan" a grande sacada do filme é começar com Tarzan já vivendo em Londres, civilizado, e só depois voltar pra África. Os flashbacks da origem vão aparecendo ao longo da história, o que evita aquela repetição cansativa de "criança perdida na selva criada por macacos" que já vimos umas mil vezes. Essa abordagem diferente tem seus méritos!!
Até que visualmente filme tem seus momentos bons, mas oscilam mto durante a narrativa que é hiper acizentada. EX: Os animais em CGI, apesar de não serem perfeitos e às vezes ficarem meio estranhos, têm presença. A conexão de Tarzan com eles, esse respeito pela fauna, chega a ser reconfortante de assistir. A fotografia também tenta capturar bem a África colonial, as tribos são retratadas com cuidado visual, dá pra distinguir cada uma pelos trejeitos roupas e jeitos de falar, o que mostra um respeito maior com os povos nativos do que versões antigas da história costumavam ter. Este, também ganha pontos por não fugir de temas pesados: imperialismo europeu, escravidão, a exploração brutal da África pelos colonizadores. Os homens brancos da obra (tirando esse Tarzan kkkk) basicamente só servem pra isso mesmo , explorar, devastar, roubar. Crítica extremamente válida & necessária, mesmo que o roteiro não se aprofunde tanto quanto poderia, até porque ta todo mundo careca de saber, menos o TARZAN
Alexander Skarsgård esta no físico ideal para o papel, o cara tá no shape, se movimenta até bem apesar de parecer meio atrapalhado, tem explosão física, mas a atuação é anêmica demais, faltou emoção com doses de profundidade. Ele ta parecendo mais um manequim musculoso com conflitos internos. Todo aquele drama do passado, a relação com a sua família GORILLA, as mágoas... tudo ficou muito raso & superficial.
Já Margot Robbie é disparada a melhor coisa do filme, hehehe. Ela tá absolutamente deslumbrante (parece outra mulher de tão linda, PAPO RETO) ela tenta fazer uma Jane mais ativa, mais relevante. A química entre os dois omo Tarzan & Jane até que funciona bastante, formaram um casal muito bonito na tela , mas me parece que o roteiro tentou sabotar ela constantemente, colocando ela em situações de donzela em perigo que contradizem a personalidade forte que tentaram construir.
O filme tinha potencial pra ser algo especial com a abordagem diferente da história, os temas pesados, o elenco competente, mas faltou alma, falta emoção. É tudo muito correto, muito seguro, muito... morno. Alguns cortes abruptos em cenas de ação podem atrapalhar na imersão de telespectadores mais atentos/observadores, fora isso; Não é ruim, mas também não empolga. Fica ali no meio do caminho, sendo apenas padrão "OK"quando poderia ter sido algo bem + memorável.