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Data de lançamento
13 Out. 1995Duração
Em 1666 em Massachussetts, Bay Colony, uma bela mulher (Demi Moore) casada com um médico (Robert Duvall) chega na localidade na frente do marido, com a incumbência de providenciar um lar para o casal. Mas ela fica apaixonada por um reverendo (Gary Oldman), que tem por ela os mesmos sentimentos. No entanto, eles reprimem tais emoções pelo fato dela ser casada, mas quando ela supõe que seu marido foi morto pelos índios ela se sente livre e acaba ficando grávida do reverendo. Mas, como apesar de ficar presa e socialmente marginalizada ela se recusa a dizer o nome do pai da criança, passa então a portar um "A" de adúltera bordado em cores vermelhas em suas roupas, como símbolo de sua vergonha perante a sociedade local.
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Mesmo muitos terem odiado a mudança do final por considerá-lo feliz, não foi tanto assim, pois tivemos um massacre com várias mortes e o Arthur acabou morrendo alguns anos depois. Além disso, houve um remake que foi mais fiel ao livro.
O verdadeiro pecado capital aqui não foi o adultério de Hester, mas o assassinato de um clássico da literatura
Achar que pode 'melhorar' um clássico da literatura adicionando nudez, violência e um melodrama chato e longo com final feliz
Oldman gritando 'Eu sou o pai!'. Faltou o Darth Vader aparecer e dizer 'Nãoooooo!'
Pega-se uma obra de arte complexa e a reduz ao menor denominador comum, assumindo que o público é burro demais para entender a história original
Anula completamente o ponto central do livro, a ambiguidade moral e a tortura interna da culpa. Ao criar vilões claros e um final de 'mocinhos vencem', ele destrói toda a complexidade psicológica que fez da obra um clássico
Uma celebração do amor romântico como a força suprema e libertadora que triunfa sobre a opressão social. O tom é passional, grandiloquente e maniqueísta
Arthur no livro é o coração trágico da obra. Um homem cuja alma é consumida pela culpa e pela hipocrisia. Sua jornada é uma lenta e agonizante descida à autodestruição, culminando em sua confissão pública e morte
Caricatural e Maniqueísta. Os puritanos são retratados como uma multidão unidimensional de fanáticos religiosos sádicos e hipócritas. Eles são simplesmente os "vilões" da história, sem qualquer nuance
O filme transforma Hester de uma figura de complexidade moral em uma heroína romântica inequívoca
nossa nao sou muito de drama, mas esse me prendeu do inicio ao fim
Vi pela primeira vez no início da década de 2000 porque a minha professora de Literatura Americana pediu e me lembrava de pouca coisa. Agora revi e gostei muito.
Como adaptação não é fiel ao livro já que inventaram um final feliz p/ história, mas é um bom filme.