Menina testemunha o suicídio da mãe louca no mesmo dia em que o pai desaparece no mar. Quinze anos depois, já casada, ela volta para a casa materna e estranhos e perturbadores fatos passam a acontecer.
dá para saber que o marido é sempre o culpado. No caso deste filme, eu já sabia que o marido era culpado e que a amiga era amante do marido, porque, além do personagem ser super clichê, ainda colocaram a perua Morgan Fairchild com sua cara de vilã de novela mexicana.
Quem também não imaginou que as visões que Sarah (Sela Ward, meio canastra mas linda) começa a ter são armações do marido (bonito e péssimo ator) para enlouquecer a esposa, interessado na sua morte e na herança?
Pelo menos tem atmosfera, que, apesar de clichê, uma mansão à beira mar envolta em neblina, sempre funciona em filmes de suspense.
também é muito previsível, afinal quem não imaginou que o marido não teria morrido no acidente? Só não foi mais previsível, porque o psiquiatra apaixonado não apareceu para salvar a donzela em perigo. A pergunta que não quer calar, de quem era o corpo no carro? Porque havia um corpo lá, pelo menos é o que foi dito.
Visto hoje(21/09/2024) esse thriller de tv disfarçado de história de fantasma, e tão sombrio quanto parece. Além de ser datado é chato e previsível. Um enredo que pensa que é algo especial quando na verdade não é.
Tem no youtube: A loucura de Sarah (The Haunting of Sarah Hardy, 1989) https://youtu.be/VwZkiRm8qAI?si=LGOd-EURrHR6FYvf
É daqueles filmes que antevemos tudo que vai acontecer.
Depois do maravilhoso "À meia luz" de 1944 com Ingrid Bergman que já era uma refilmagem
dá para saber que o marido é sempre o culpado. No caso deste filme, eu já sabia que o marido era culpado e que a amiga era amante do marido, porque, além do personagem ser super clichê, ainda colocaram a perua Morgan Fairchild com sua cara de vilã de novela mexicana.
Quem também não imaginou que as visões que Sarah (Sela Ward, meio canastra mas linda) começa a ter são armações do marido (bonito e péssimo ator) para enlouquecer a esposa, interessado na sua morte e na herança?
Pelo menos tem atmosfera, que, apesar de clichê, uma mansão à beira mar envolta em neblina, sempre funciona em filmes de suspense.
O final
também é muito previsível, afinal quem não imaginou que o marido não teria morrido no acidente?
Só não foi mais previsível, porque o psiquiatra apaixonado não apareceu para salvar a donzela em perigo.
A pergunta que não quer calar, de quem era o corpo no carro? Porque havia um corpo lá, pelo menos é o que foi dito.
Visto hoje(21/09/2024) esse thriller de tv disfarçado de história de fantasma, e tão sombrio quanto parece. Além de ser datado é chato e previsível. Um enredo que pensa que é algo especial quando na verdade não é.
Adorei a atmosfera do filme...um suspense que prende bastante. Porém, o final poderia ter sido melhor.
muito bom, aquela nostalgia dos suspenses light dos anos 90.