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A Maldição da Mosca é a terceira parte da série de ficção científica que começou com o clássico "A Mosca". A história gira em torno da família Delambre, mas desta vez com o filho do primeiro cientista, Henri Delambre (Brian Donlevy), que fica obcecado com as experiências de teletransporte e causa receio em seus dois filhos, que querem viver uma vida normal e esquecer a invenção do avô Martin (George Baker), filho mais velho de Henri, casa-se com uma jovem que acabou de sair de uma clínia para doentes mentais e Henri é contra esses casamento. Henri sabe que interesses externos podem prejudicar sua pesquisa científica. Quando a nova esposa de Martin descobre seres humanso mutilados em suas experiências de teletransporte, a polícia é chamada e Henri tenta escapar usando o próprio teletransporte. Infelizmente para o cientista louco, o teletransporte ainda tem defeitos não corrigidos.
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Ao contrário dos seus antecessores, esta obra não segurou bem a minha atenção do início ao fim. O filme não fez muito sentido; algumas coisas foram mal explicadas e outras ficaram sem explicação. No entanto, dou crédito aos realizadores por tentarem fazer algo diferente com a franquia embora não tenha dado certo para mim. Enfim, esta é uma continuação que teria funcionado melhor como uma produção independente.
Meia estrela a menos por absurdamente ter uma mulher branca interpretando uma chinesa.
Terrivelmente inferior aos dois primeiros. Não é mostrado o grau de parentesco entre Henri e Philippe ou seu pai, Andre, ambos do segundo e primeiro filme.
A máquina mudou do nada, o terror é fraco e, simplesmente, o filme acaba do nada...
com um morto (Martin) e o outro vagando no espaço (Henri), porque Albert simplesmente destruiu a máquina, e o retardado do Martin não conseguia prestar atenção no que ele estava falando.
O elenco e os personagens não são tão ruins, mas faltou essência. Praticamente não há conexão com o primeiro e o segundo filme. É apenas a mesma ideia e a mesma família. Concordo em tirar a mosca da trama, pois seria, no mínimo, absurdo: três vezes a mesma família e três vezes uma mosca. Entendo o título "maldição", porque tudo começou com a mosca. Sobre os personagens, o casal de chineses e os três que estavam aprisionados mereciam mais tempo de tela e maior desenvolvimento.
E que falta fez o personagem do Vincent Price! Tanto que, no segundo filme, ele praticamente foi quem deu alguma qualidade àquele filme.
Enfim, só assisti para fechar a franquia. Vale pelo passatempo.
Assistido em 26/04/2025
Outro caso que fecha uma trilogia pessimamente.Esse nem pode ser considerado parte da franquia,pois utiliza muito pouco os elementos.O terror apresentado é o pior possível.
>Assistido em 19 de Novembro de 2023
A franquia da “Mosca” é composta por uma trilogia formada por 'A Mosca da Cabeça Branca" (The Fly, 1958), seguido por "O Monstro de Mil Olhos" (Return of the Fly, 1959), e fechando a saga com "A Maldição da Mosca" (Curse of the Fly, 1965), com fotografia em preto e branco e estrelado por Brian Donlevy, George Baker, Carole Gray, entre outros.
Este é o terceiro filme da série, com direção de Don Sharp. Pena que o resultado final não agradou boa parte dos fãs da franquia. Curiosamente, nesse terceiro filme aparece numa ponta o Inspetor Charas (Charles Carson), que foi o policial que investigou o caso em "A Mosca da Cabeça Branca" (aqui, interpretado por Herbert Marshall), criando mais uma ponte de ligação entre os filmes. De qualquer forma, vale ser apreciado pelos fãs do cinema trash e ficção científica. Pela nostalgia, dou três estrelas. Disponível no Amazon Prime Vídeo.
Faz tempo que vi o ótimo A Mosca original de 1958. Não vi a versão de 1962, mas disseram que é boa também. Entretanto, consegui ver esta terceira versão que encerra a trilogia entre 58 e 65. Não me empolguei muito com este filme achei inferior aos dois primeiros, comumente, a regravação oitentista de David Cronenberg, visto que, a fotografia em P&B é bonita e o elenco não compromete, mas também não ajuda muito.