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Duração
Sobre um bebê indesejado, nascido na noite de Natal, caiu uma terrível maldição. Criado por Don Alfredo, o jovem Leon passa a sofrer transformações com a chegada da lua cheia. Só o amor verdadeiro e a compreensão podem salvá-lo de seu terrível destino.
Único filme cujo tema é a licantropia produzido pela Hammer Film Productions, The Curse of the Werewolf foi dirigido por Terence Fisher em 1961. Repleto de símbolos religiosos e pagãos, e com a tensão sexual a emergir de forma naturalmente animalesca. O então muito jovem Oliver Reed é o lobisomem do título, e representa-o com mais de sentimento e menos de ímpeto assassino do que é costume nestas andanças. Livremente baseado no romance The Werewolf of Paris, o filme desloca a ação para a Espanha do século XVIII. No Brasil, o filme recebeu o título de A Maldição do Lobisomem.
Curiosidades
Apesar do romance original ser intitulado The Werewolf of Paris, a ação do filme passa-se na Espanha do século 18, para que a produtora pudesse aproveitar os cenários já construídos de um projeto chamado The Inquisitor, sobre a inquisição espanhola, e que foi posteriormente abandonado.
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Vi esse Filme em uma noite de Sexta no SBT no Ano de 1985, Ao lado de um lobisomem americano em Londres e Bala de prata e o meu segundo filme de lobisomem Favorito só perde para o Sensacional Grito de Horror de Joe Dante.
Mais um bom horror da Hammer que compensa a falta de meios com muito clima e criatividade.
A MALDIÇÃO DO LOBISOMEM, foi um filme produzido pela produtora HAMMER e confesso que ficou muito aquém do esperado. O início do filme parece não ter nenhum sentido e conjuntura com a estória que vai ser contada (e além disso, longo de mais). Oliver Reed demora para aparecer em tela, mas já demonstra um ar de galã quando está em cena. A atriz que contracena com Oliver Reed e é o interesse romântico dele é bem feinha e sem graça. Os efeitos e transformação do homem em lobo parece o do seriado Chapolin. Esperava mais por ter sido do Terence Fisher, mas, não me agradei muito.
Muito influente principalmente na mitologia do mestre Paul Naschy , com um ótimo trabalho do competente Oliver Reed .
Único filme da Hammer que tem a lenda do lobisomem como tema e um dos mais fracos que eu já vi do estúdio. A história tem um bom início contanto a origem do lobisomem de forma até original, mas depois perde o rumo. Na maior parte do tempo não há terror e nem suspense e só nas cenas finais que o lobisomem dá as caras de fato.