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A cômica dupla de arqueólogos Steve (Dick Foran) e Babe (Wallace Ford) estão viajando pelo Egito quando descobrem evidências do local de sepultamento da antiga princesa egípcia Ananka. Depois de receber financiamento de um excêntrico mágico (Cecil Kellaway) e sua bela filha Marta (Peggy Moran), eles partem para o deserto onde são aterrorizados por um sinistro sumo sacerdote (George Zucco) e a múmia Kharis (Tom Tyler), que são os guardiões do túmulo de Ananka. Sequência de "A Múmia" (1932).
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A história é sobre um arqueólogo e seu melhor amigo em uma expedição financiada por um mágico e sua filha, todos em busca do sarcófago da Princesa Ananka. No entanto, acidentalmente acabam achando a maligna múmia Kharis.
Vi no áudio original em inglês e legendado. Lançada 8 anos após o sucesso do original, esta sequência não possui nenhuma conexão com o primeiro filme. O roteiro desse é bastante inferior ao longa anterior, mas a pegada de aventura e o humor leve funcionaram bem.
Os dois melhores amigos e a mocinha são carismáticos e têm boa química. O protagonista fisicamente é muito semelhante ao James Stewart. Imhotep fez muita falta. A múmia Kharis, o novo vilão, é genérico e mediano: aparece apenas no final e com pouco desenvolvimento. Ainda assim, o personagem se sai melhor aqui do que nas sequências seguintes, onde a franquia desanda de vez.
É um entretenimento assistível para quem não for muito exigente.
Ranking:
7.0/100=(A Múmia 1) A Múmia (1932)
6.1/100=(A Múmia 2) A Mão da Múmia (1940)
5.0/100=(A Múmia 3) A Tumba da Múmia (1942)
5.0/100=(A Múmia 4) A Sombra da Múmia (1944)
5.0/100=(A Múmia 5) A Praga da Múmia (1944)
The Mummy's Hand 1940, no Brasil A Mão da Múmia. É um filme bem mediano, com alguns pontos positivos. O longa é curto, o que ajuda bastante no ritmo. Destaco o personagem Babe (Wallace Ford), que tem bons momentos cômicos, mas meu favorito acaba sendo The Great Solvani (Cecil Kellaway). As gracinhas que ele faz com mágicas e, principalmente, a forma como entra em cena a primeira vez são ótimas e roubam a atenção.
A temática sobre o Egito antigo, múmias, sarcófagos e todo esse universo sempre rende e me agrada. Gosto de acompanhar esse tipo de história. Porém, achei que o filme poderia ter sido mais interessante se os personagens
tivessem conseguido encontrar a tumba de Ananka e, quem sabe, algumas joias ou tesouros que os deixassem bem de vida. No final, eles não acham praticamente nada e ainda ficam contentes, o que dá a sensação de que toda a aventura serviu para muito pouco.
Outro ponto fraco foi o
romance entre Marta (Peggy Moran) e Steve (Dick Foran), que aconteceu de forma muito forçada e acelerada, passando de 0 a 10 em pouquíssimo tempo.
Mas tudo bem, esses são elementos datados do cinema da época e acabamos tendo que relevar. No geral, cumpre o papel como um entretenimento leve dentro do gênero de horror dos anos 40.
Assistido em 07/06/2026
Depois de ter visto o original de 32 parti para ver essa sequência de 1940 no mesmo dia(27/12/2025) de quatro filmes da franquia original.
O que me chamou a atenção imediatamente foi o fato de os valores de produção e a aparência geral do filme serem consideravelmente inferiores aos do original, algo inesperado, já que foi feito quase uma década depois.
Em segundo lugar, embora anunciado como terror, definitivamente não é. É muito mais próximo da comédia, principalmente porque os dois protagonistas fazem piadas do começo ao fim. a tentativa do filme de misturar humor com terror não funcionou para mim. Metade do tempo me senti como se estivesse assistindo a "Abbott e Costello" em vez de um filme de terror de verdade.
Mesmo sendo uma sequência do clássico ainda achei um pouco menos ruim.
Muito bom!
Neste filme, diferente do de 1932, a Múmia é uma criatura maligna em servidão, e aparece por mais tempo, o enredo e arte são ótimos, e tudo é muito bem conduzido.
É... O tom cômico tira um pouco o charme da história...
Visto em 12/10/23