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França é governada por Luís Napoleão, no entanto, este tornou-se um fantoche de seu irmão bastardo La Roche. Lady Cristina lidera um grupo de patriotas que deseja restaurar as liberdades antigas e do patrimônio de Monte Cristo usada para realizá-lo.
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Disponível no Youtube em P&B com legendas em português.
Que maravilha reencontrar esse pequeno clássico de aventura épica medieval que há muito tempo passava na TV aberta. A primeira vez que assisti "A Máscara do Vingador", foi na TV Cultura, numa tarde de domingo, na extinta sessão "Matinê Aventura". Isso por volta da década de 80. Foi também o primeiro filme que assisti com o outrora ex-galã John Derek em cena, que se destacou em outras inúmeras produções do gênero B. Seu trabalho mais conhecido foi como Josué no memorável épico "Os Dez Mandamentos", de 1956.
Com cenários atraentes e belos figurinos de época, "A Máscara do Vingador", de 1951, é um passatempo agradável de assistir. No elenco de apoio, temos o vigoroso Anthony Quinn que se destaca como um sórdido e ordinário vilão numa trama enredada por intrigas e obsessão pelo poder.
O enredo é simples e convencional. A direção segura é do competente Phil Karlson. O filme funciona como um bucólico romance no estilo capa & espada, feito com a boa proposta de entreter. Pela nostalgia, dou 04 estrelas.
Aventura mediana que não tem nada demais. A história é super simples e o filme é bem curto. Mesmo assim, é um passatempo assistivel.
Em uma estranha combinação de A Marca do Zorro e O Conde de Monte Cristo,
John Derek estrela como um herói mascarado em busca de vingança pelo assassinato de seu pai em "Mask of the Avenger". Não há realmente nenhum suspense, porque na cena inicial, o assassino já é revelado, teria acrescentado um pouco de intriga, mesmo que fosse apenas por mais trinta minutos.
O filme é mais agradavelmente belo com figurinos e cenários atraentes.