Após ser abandonado pelos sócios no meio do deserto, um minerador é salvo da morte ao encontrar uma fonte de água. Mas nem mesmo a prosperidade alcançada ao transformar o lugar num pequeno oásis o faz abandonar a idéia de se vingar dos homens que o traíram. Faroeste produzido e dirigido por Sam Peckinpah (Meu Ódio Será Tua Herança e Sob o Domínio do Medo, também aparece como ator em Choque de Ódios, Dois Corações e uma Alma e Vampiro de Almas). Trilha sonora de Jerry Goldsmith (ganhador do Oscar por A Profecia). Fotografia de Lucien Ballard (de Meu Ódio Será Tua Herança, Os Implacáveis e O Grande Golpe). Com Jason Robards (Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por Todos os Homens do Presidente), Stella Stevens (foi coelhinha da revista Playboy nos anos 60 e atuou em Garotas! Garotas! e Mais Garotas!), David Warner (de Titanic, O Sedutor e da minissérie Holocausto), Strother Martin (de O Homem que Matou o Fascínora, Segredos das Jóias, Rebeldia Indomável e Meu Nome É Jim Kane). Mais uma bela obra do mestre do gênero.
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Pensei que ia desgostar, uma vez que, foi tanto comentário mediano sobre esta obra de Sam Peckinpah. Pode até ser mediano diante de outras obras deste realizador, mesmo assim, ainda é bom. Jason Robards, David Warner e Stella Stevens estão ótimos neste faroeste com bastante tom cômico e anárquico. Os personagens são muito bem construídos e as atuações são ótimas! Idem a fotografia e as montagens de cenas, sobretudo, sua abertura com montagem em quatro telas. Sam Peckinpah e o uso estilístico que lhe é foi tão peculiar. O filme é legal sim.
Depois de sua obra-prima "Meu Ódio Será Tua Herança" Peckinpah resolveu embarcar em um projeto diferente, menos violento e mais cômico, numa espécie de sátira do capitalismo americano. O filme começa bem mas logo se mostra muito mais longo que o necessário. Além disso o diretor mostra não ter muito timming para a comédia, recorrendo diversas vezes para câmeras aceleradas (um recurso que para mim nunca funciona). E o filme termina de uma forma extremamente melancólica, não fazendo jus a toda a expectativa que criara ao longo de duas horas. O elenco pelo menos está homogeneamente bem: Jason Robards está muito mais convincente aqui do que como Brutus na adaptação de Júlio César lançada no mesmo ano; já Stella Stevens faz a tradicional prostituta de coração de ouro, enquanto David Warner está divertido como um pastor que gosta de cobiçar a mulher do próximo.
Um filme mediano, longe dos melhores trabalhos do diretor.
Conheci em 2002 e revi hoje! Bacaninha!
Com uma atuação impecável de Jason Robards, que no final sentimos que merecia um filme com roteiro melhor, The Ballad of Cable Hogue fala sobre as dificuldades do empreendedorismo em meio ao velho oeste. Alguns outros filmes já abordaram melhor a mesma temática. Este aqui, tem seus bons momentos, e serve mais como um bom passatempo.
Um peckipanh distinto de sua pegada de brutalidade e violência exagerada. Seu foco aqui está mais no romance e no humor ( que bem verdade transita entre o leve e agradável até o tolo em muito momentos) em especial na figura do pastor e naquele final horroroso. Mas no geral vi muito valor na bela trilha sonora e na construção do personagem principal do eterno Chayenne de Jason Robards.