Deke Rivers, vem do Sul, mas ele não se adapta ao mundo da música country. Uma promotora musical megera, interpretada por Lizabeth Scott, reconhece o talento único de Deke e o explora como um novo rosto que encanta o público jovem. A mídia distorce seu encanto e o identifica como uma pessoa temperamental até Derek provar que foi tão somente um mero engano.
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Boa sessão da tarde. Uma observação pessoal: Lizabeth Scott, a "Michelle Pfeiffer" dos anos 50.
Segundo filme de Elvis Presley no quesito interpretação.
Este filme tem dois títulos no Brasil: no cinema se chamou "A Mulher Que Eu Amo" e na TV se chamou "Estranhos Na Cidade".
Confesso que o roteiro entrega uma típica história melosa e um tanto ingênua. Revendo-o novamente pelo YouTube, reitero que os bons números musicais de Elvis são os únicos melhores momentos deste melodrama, outrora reprisado na antológica Sessão da Tarde, nas décadas de 70 e 80. Em meados dos anos 90, este filme teve inúmeras exibições no extinto Festival Elvis Presley (TV Manchete).
Um bom filme do rei, vale a pena ver.
A trama é fraquinha, esse filme serviu apenas para popularizar mais ainda a imagem do Elvis. Mas... como tudo o que ele participa vale a pena assistir. Elvis era muito carismático e cativante ♥
e vulgo se outrora o rei de rock honrou seus melodramaticos versos romanticos aos estilo de LOVING YOU , o qual literalmente ou não, tanto" amou" incluir em seu inicio de reinado musical aqui ha exatos 65 anos, o qual somente perduraria um pleno final do mesmo em vida pelos meados de 1977, contudo eterno como aferimos ate o momento no decorrer da historia fonografica, que contudo talvez não necessariamente o mesmo desempenho possa ter se concebido em algumas de suas colaboraçoes cinefilas, ja que todavia pelo fato de limitadas a apenas reles historias rasas, pouco possam ter deixado explicito a sua real capacidade interpretativa, que contudo desafiadoras ou não, o que nao eram, bem como DANEM SE opiniões divergentes, que contudo tão pouco podemos dizer que todavia o foram ruins em relação a entretenimento, pois afinal de contas quer concordem quer não, desde que cumpram para com suas respectivas funções vitais, o que " AMANDO VOCE ", a cumpriu bem ? o resto fora gostos divergentes, nada mais IMPORTAM, resumindo prezados, nem precisam " amar " este longa metragem , agora todavia passar bem o tempo pelo advento da exibição deste ? POSSIVELMENTE a resposta tenderá a ser SIM, seja amando ou apenas gostando, e fim de papo. RAZOAVEL. " Loving Yousisticamente" NOTA 8.0