Ao descobrir que tem uma família e um império de navegação, uma mulher com perda de memória volta a um passado aparentemente perfeito para descobrir por que partiu.
é um filme tipo novelinha, assistível, mas facilmente esquecível. Talvez se tivesse seguido por uma linha mais dramatica, explorando a questão das escolhas da protagonista, fosse mais interessante.
Temos um bom assunto,mas como sempre,pessimamente desenvolvido pela diretora.Barbara sempre dirigiu filmes dessa maneira,tenta impressionar com pouco e acaba entendiando com tanta inutilidade. O pior daqui é a longa duração que não consegue segurar o espectador,os personagens não envolve como deveria e a preguiça na apresentação de cada um é detestável.
contentar se para com o que ja conhece ? OU se aprofundar no que ainda nao, e sem muitas certezas de por obstante as conclusoes finais extraidas logo apos ? no minimo um convite INTERESSANTE ao alto questionamento tanto o realizado por este o qual no momento vos interpela, assim como tambem por parte do INTELIGENTE comentarista ROBERTO um pouco + abaixo, alem de DANEM SE opinioes divergentes, " tal importancia", ja que por obstante apesar de claro nao tender a denotar se uma situação a ser vivida seja em curto ou longo prazo por uma maioria de homo sapiens, que contudo aos que terão a oportunidade, melhor preparados em especial junto ao aspecto psiquico antropologico para a mesma, no que creiam tal exatamente sequencia de fatos, e reflexos emocionais embora tambem bastante inseridos com o perigo de nem tudo ocorrer exatamente como a logica natural aguardaria, muito pelo contrario SALIENTE SE, desta maneira tal FEMEA Dinamarquesa SEM CEREBRO o seria conduzida para um dia a dia novo tanto no lado positivo, embora creiam tambem pelo contexto NEGATIVO conforme tal EXCELENTE longa metragem assim mostrará detalhe por detalhe, e por tal bem talvez em carater impreterivel a REFLEXAO acima seja indiretamente vira a tona, será que vale a pena sair da propia zona de conforto TODAS AS vezes em que o for digamos " convidado "?, e a resposta para a indagação seria clara e nem um pouco " prolixa", TALVEZ SIM, TALVEZ NAO, EMBORA O + CORRETO E´QUEM SABE, e fim de papo. " Desmemoriadisticamente " NOTA 10.00.
é um filme tipo novelinha, assistível, mas facilmente esquecível. Talvez se tivesse seguido por uma linha mais dramatica, explorando a questão das escolhas da protagonista, fosse mais interessante.
Tem um ritmo lento, mas a história é boa.
27-09-2026
Temos um bom assunto,mas como sempre,pessimamente desenvolvido pela diretora.Barbara sempre dirigiu filmes dessa maneira,tenta impressionar com pouco e acaba entendiando com tanta inutilidade. O pior daqui é a longa duração que não consegue segurar o espectador,os personagens não envolve como deveria e a preguiça na apresentação de cada um é detestável.
>Assistido em 26 de Setembro de 2026
contentar se para com o que ja conhece ? OU se aprofundar no que ainda nao, e sem muitas certezas de por obstante as conclusoes finais extraidas logo apos ? no minimo um convite INTERESSANTE ao alto questionamento tanto o realizado por este o qual no momento vos interpela, assim como tambem por parte do INTELIGENTE comentarista ROBERTO um pouco + abaixo, alem de DANEM SE opinioes divergentes, " tal importancia", ja que por obstante apesar de claro nao tender a denotar se uma situação a ser vivida seja em curto ou longo prazo por uma maioria de homo sapiens, que contudo aos que terão a oportunidade, melhor preparados em especial junto ao aspecto psiquico antropologico para a mesma, no que creiam tal exatamente sequencia de fatos, e reflexos emocionais embora tambem bastante inseridos com o perigo de nem tudo ocorrer exatamente como a logica natural aguardaria, muito pelo contrario SALIENTE SE, desta maneira tal FEMEA Dinamarquesa SEM CEREBRO o seria conduzida para um dia a dia novo tanto no lado positivo, embora creiam tambem pelo contexto NEGATIVO conforme tal EXCELENTE longa metragem assim mostrará detalhe por detalhe, e por tal bem talvez em carater impreterivel a REFLEXAO acima seja indiretamente vira a tona, será que vale a pena sair da propia zona de conforto TODAS AS vezes em que o for digamos " convidado "?, e a resposta para a indagação seria clara e nem um pouco " prolixa", TALVEZ SIM, TALVEZ NAO, EMBORA O + CORRETO E´QUEM SABE, e fim de papo. " Desmemoriadisticamente " NOTA 10.00.
Divertido como passatempo. Só isso.