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Data de lançamento
9 Set. 2012Duração
Um herói de guerra no Afeganistão é abandonado por seus companheiros de Jihad e pela mãe e irmãos após levar um tiro no pescoço. Em estado vegetativo, ele fica sob os cuidados de sua esposa que vai, aos poucos, confessando seus segredos e impressões ao marido em coma, fazendo dele o que chamam de Syngué sabour, sua “pedra de paciência”, começando, assim, a construir seu caminho para uma nova vida.
Baseado no romance Syngué Sabour: Pedra-de-paciência, de autoria do próprio diretor.
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Baita filme! Um dos melhores filmes árabes que já assisti.
É cheio de camadas, assim como a personagem principal, que inspira diferentes sensações ao longo do filme.
Além disso, um leve plot twist no final (digo leve porque particularmente eu já esperava por algo assim).
É tristemente melancólico e faz refletir sobre a situação das mulheres e das guerras, que por tanto tempo se alastram ceifando vidas.
A premissa é genial e não é desperdiçada
Outro filme cruel que retrata muito bem a vida de pessoas vivendo naquelas situações.Apesar de tanta crueldade o filme tem momentos de esperança e boas mensagens sendo passadas.A guerra sempre é interrompida por algum momento de paz ou alívio que a protagonista insiste em trazer.A aflição se estende até o fim fazendo o espectador ficar apreensivo com a cena a seguir.
>Assistido em 29 de Novembro de 2021
O filme é íncrível, tão belo e real que dói.
Para além do drama da protagonista e seu contexto social/econômico, o filme também me chamou atenção por, de certa forma, ressignificar o ato da fala! Falar, desabafar, colocar para fora é algo fundamental para nossa sanidade, e isso ficou bem claro para mim durante todo o filme!
Recomendo demais esse filme, e se puder, faça terapia/análise!
Com a volta dos terroristas do Talibã ao poder na Afeganistão o filme de Atiq Rahimi (que também é escritor e adaptou o livro para o cinema) se mostra bastante atual. Pois exibe o drama que vivem as mulheres afegãs sob a lei da sharia, onde (quase) tudo é pecado e proibido para elas. O filme funciona bem, mesmo que se pareça com um monólogo de teatro interpretado por uma mulher que cuida do marido ferido e praticamente inerte. Vale a pena ler o livro ou ver este filme, sem dúvida, especialmente nesse momento da história do país muçulmano.