Gigolô romeno casa-se com uma simplória professora americana no México afim de poder entrar legalmente nos EUA. O que ele não esperava era se apaixonar pela moça. Indicado a seis categorias no Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz.
Os anos de 1941 e 1942 parece que foram espetaculares para Hollywood (e eu achando que o fim dos anos 30 tinham sido suficientes). Aqui com um elenco incrível e um roteiro bem encadeado (não teria como ser diferente com Billy Wilder), com o cenário mexicano e com personagens com arcos de desenvolvimento bem marcados com começo, meio e fim. Uma preciosidade, só não ganhou Oscars porque de fato a competição estava digna
O texto é até bom todavia a direção não é das melhores o que acaba transformando interesse em tédio. Também não creio que o protagonista tenha sido bem escolhido, tive aversão a sua figura.
Eu sinto que essa história foi recontada milhares de vezes em Hollywood, mas aqui não me pegou. Nem a presença da sempre luminosa Olivia de Havilland salvou o filme de ir muito além da mediocridade.
O longa melhora bastante da metade para o final quando começamos a nos envolver e torcer para um final feliz para o casal. O elenco formado por grandes nomes do cinema da era de ouro de Hollywood só engrandece a história e faz com que o interesse pelo filme seja maior ainda. Olivia de Havilland está ingênua, doce e delicada, recebendo a sua primeira indicação ao Oscar de melhor atriz. O roteiro é do grande Billy Wilder em parceria com o Charles Brackett, dois gênios da escrita.
"Eu havia jogado migalhas de romance diante de seu coração faminto"
O amor quebra os corações mais duros mesmo!
Os anos de 1941 e 1942 parece que foram espetaculares para Hollywood (e eu achando que o fim dos anos 30 tinham sido suficientes). Aqui com um elenco incrível e um roteiro bem encadeado (não teria como ser diferente com Billy Wilder), com o cenário mexicano e com personagens com arcos de desenvolvimento bem marcados com começo, meio e fim. Uma preciosidade, só não ganhou Oscars porque de fato a competição estava digna
O texto é até bom todavia a direção não é das melhores o que acaba transformando interesse em tédio. Também não creio que o protagonista tenha sido bem escolhido, tive aversão a sua figura.
Eu sinto que essa história foi recontada milhares de vezes em Hollywood, mas aqui não me pegou. Nem a presença da sempre luminosa Olivia de Havilland salvou o filme de ir muito além da mediocridade.
O longa melhora bastante da metade para o final quando começamos a nos envolver e torcer para um final feliz para o casal. O elenco formado por grandes nomes do cinema da era de ouro de Hollywood só engrandece a história e faz com que o interesse pelo filme seja maior ainda. Olivia de Havilland está ingênua, doce e delicada, recebendo a sua primeira indicação ao Oscar de melhor atriz. O roteiro é do grande Billy Wilder em parceria com o Charles Brackett, dois gênios da escrita.