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Pesquisador genético que tenta descobrir antídoto para hormônio que causa crescimento desordenado inadvertidamente transforma suas cobaias em predadores sedentos por carne humana. Os ratos assassinos são postos em liberdade por um grupo de radicais e espalham o terror pelo campus.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Se não me engano devo ter visto este filme numa tarde do SBT (não estou muito bem lembrado), de modo que, fitas do gênero de terror ou terrir e sci-fi, ocasionalmente, era exibido na grade vespertina da emissora do Silvio Santos (bons tempos aqueles). Cientista louco descobre antídoto para hormônios no qual faz crescer ratos ficando cada vez mais mortais. Os efeitos especiais para um filme B até que ficou na média e, no geral é até bem realizado. Só medo levou uma meia Estela a mais por conta de um final abobalhado e fanfarrão por demais, chegando a atrapalhar a diversão.
Visto ontem(18/12/2024) e pela primeira vez essa sequência inegavelmente barata, excêntrica e trash, sem relação com o filme original de 1976 "A Fúria das Feras.
Aqueles que amam loucura de nível B, efeitos especiais pegajosos (com uma cena de derretimento esplêndida, embora sem sentido) e sangue graficamente cafona terão um dia de grande divertimento.
Entre os destaques: uma subtrama sobre um garoto gigante, uma sequência de pesadelo memorável e o clímax tumultuado onde os ratos correm soltos durante a grande inauguração do novo complexo esportivo das faculdades, interrompendo um pouco o nado sincronizado.
Enfim, ele não é bom mas também não é tão ruim.
Produção canadense que é uma sequência apenas no nome de A fúria das feras atômicas (76), pois seu enredo ou personagens não têm influência no filme dos anos 70 que, por sua vez, foi um remake de A cidade dos gigantes (65). Era, no entanto, originalmente planejado para ser uma verdadeira sequela, com o diretor Burt I. Gordon retornando, mas a idéia foi abandonada em algum momento na pré-produção.
O diretor Damian Lee criou um filme previsível que deu errado na natureza que nunca se eleva acima de suas aparências em filmes b. Apesar de suas muitas falhas, este exemplar tem alguns momentos agradáveis, e não se pode deixar de divertir-se com os elementos excêntricos do filme. Este filme com elenco inexpressivo leva vantagem em relação ao anterior no quesitos violência, repugnância e nojeira. Pra quem gosta deste tipo de gore ou trash, muito sangue e efeitos especiais explícitos com maquiagens assustadoras, provavelmente poderá gostar.
Tirando o fato de ambos os filmes serem protagonizados por ratos gigantes, "A Praga Assassina" não tem nada a ver com "A Fúria das Feras Atômicas". Foi até bom trocarem o título nacional para não dar ideia desse filme ser uma continuação, sem contar que "A Fúria das Feras Atômicas" é um título completamente equivocado.
Se o primeiro Food of the Gods, de meados da década de 70, já era sangrento, imagina este do final dos anos 80 ? O gore rola solto, mas deixo bem claro que se trata de um filme trashíssimo. É impossível levar a sério esta produção canadense, que tem pelo menos 3 momentos memoráveis:
o sonho erótico do Dr. Hamilton, o homem-pereba e o massacre na piscina.
Gostei mais de Food of the Gods II do que do original. Esse é deliberadamente trash, mais sangrento e divertido. Também gostei da trilha sonora instrumental, que é bem legal !
Atenção para o microfone no alto da tela que aparece em algumas cenas.
Se não tem o charme tosco da direção do Bert I. Gordon, ao menos consegue ser bem mais divertido.