Um consagrado e boêmio repórter investigativo decide se casar – e, por conseguinte, abandonar o Jornalismo – justamente quando as conseqüências tragicômicas da condenação à morte por enforcamento de um anarquista levam-no a vivenciar aquele que pode ser o maior furo de sua carreira. Assim sendo, ele se verá mergulhado numa torrente de eventos e personagens que o farão questionar o que é mesmo relevante para sua vida: a bonomia da vida marital ou a sujeira e a correria de sua profissão.
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Pessoalmente não funcionou em nenhum momento já que não consegui prestar atenção do começo ao fim do filme. O excesso de diálogos rápidos me cansou com 3 ou 4 minuots de projeção. Difícil avaliar.
Infelizmente a grita do filme, em especial do jornalista principal, acabou por prejudicar muito a obra, tudo bem que faziam poucos anos que os filmes começaram a serem falados. mas aqui erraram e muito. Nota 5,0.
Difícil acompanhar pela rapidez em que se processam os diálogos. Assistido pelo Youtube em 03/08/22.
Quando o filme terminou, o que eu senti foi alívio, como se toda a cachorrada latindo na vizinhança tivesse finalmente calado a boca. A velocidade que os caras falam no filme quase me deu dor de cabeça. Tirando isso, o enredo é até bacana.
Indicado a 3 estatuetas no Oscar: melhor filme, melhor diretor e melhor ator, Adolphe Menjou (1890-1963). O filme, em preto e branco, foi produzido pelo milionário Howard Hughes. Este filme, baseado na aclamada peça de teatro de Ben Hecht e Charles MacArthur, teve 3 outras versões: Jejum de amor (40), de Howard Hawks; A primeira página (74), de Billy Wilder; e Troca de maridos (88), de Ted Kotcheff. É uma sátira à corrupção política e à ética jornalística, com diálogos rápidos e inteligentes. Clark Gable faz uma participação especial não creditada em início de carreira.