Ano de 1562, a França sob o reinado de Charles IX, enfrenta o furor das guerras religiosas...Marie de Mézières, uma das herdeiras mais ricas do reino, ama o jovem Duque de Guise, que a história denominará mais tarde "O Acutilado". Ela crê ser amada reciprocamente por ele. O seu pai, o Marquês de Mézières, preocupado em elevar a sua família, constrange-a a desposar o Príncipe de Montpensier que ela nunca viu. Este último é convocado por Charles IX a juntar-se aos príncipes na guerra contra os protestantes. O país estando a fogo e a sangue, o príncipe, a fim de proteger a sua jovem esposa, envia-a em companhia do Conde de Chabannes, para um dos seus castelos mais recuados, Champigny. Ele encarrega o conde, seu antigo preceptor e amigo, de perfazer a educação da jovem princesa para que ela possa um dia apresentar-se na corte...Em Champigny, Marie, insatisfeita, tenta esquecer a viva paixão que nela continua latente por Guise. O acaso da vida e a guerra farão com que Guise e o Duque de Anjou, futuro Henri III, se alojem no castelo ao mesmo tempo que Montpensier chega a Champigny. Anjour apaixona-se por sua vez pela princesa de quem Chabannes também se enamora...Ela vai assim tornar-se o objecto dessas paixões rivais e arrebatas.
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No começo parece ser chatinho,tanto que tinha desistido de ver,devido também à longa duração do filme,mas enfim,me rendi pra saber o porquê de tanta gente disputando esse amor.
É cruel ver como as mulheres antigamente tinham que ser moeda de troca,não podendo se relacionar por amor e somente por conveniência e provavelmente por esse costume,vemos muitas interesseiras hoje.
Logo depois das primeiras cenas,temos ação e a história parece se desenrolar melhor e ficamos com um sentimento de ansiedade para saber logo o que se resolverá,só que infelizmente isso demora e só nos minutos finais sabemos a resposta,que poderia ter sido melhor,ter mais emoção.
A dupla princesa e conde são os que melhor atuam.
Foi baseado no romance de Madame de Lafayette,porém não achei em português. .
04/08/2020
assistivel
08-05-2020
Cinemax
Achei pouco envolvimento dos atores....mas curti a história
O filme é uma fraca adaptação do livro de mesmo nome da Madame de La Fayette que também escreveu La Princesse de Clèves que inspirou o filme A Bela June.
O filme é fraquissimo e deturpou totalmente a mensagem da autora sobre amores efémeros.
Como valor histórico o filme tem valor zero, porque Renée d'Anjou nunca mostrou interesse em Henri de Lorraine, duque de Guise. Não existe documento histórico. O suposto filho do Duque de Guise, Henri de Montpensier é filho do marido dela e caso fizesse suposições, arrumaria encrenca com os herdeiros que eram parentes da família real.
A autora do livro, Madame de La Fayette adverte sobre perder tudo por paixões efémeras. Guise rapidamente faz um casamento vantajoso. O cara a esqueceu rapidinho para ficar com outra. Ela perdeu o respeito do marido por nada.
E a princesa de Cleves a autora reforça isso de se deixar levar por algo passageiro e que um dia seria deixada e só a magoaria. Como no filme magoou a garota ao saber de sue casamento.
A autora não faz apologia a paixão proibida como o diretor quis, diz para se usar a razão.
Diretor é um incompetente que torceu todo o livro.
Cinema parece que ama estragar a literatura com fanfictions sensacionalistas, muitas emoções, mas pouca reflexão e profundidade.Faltou as reflexões do livro e que forma aprofundadas por madame de Lafaiette em A princesa de Clèves sobre a razão temperando as paixões.
Fraco e confuso.
Assistido em 27 de Julho de 2018