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A história do filme é centrada em um casal de camponeses de Xochimilco, no México, que não consegue viver seu amor em paz devido ao ódio dos habitantes do povoado. Maria Candelária é sofre preconceito por ser filha de uma prostituta, e Lorenzo Rafael, um jovem indígena, conta com a desaprovação de todos por amá-la. O amor dos dois agora está a mercê dos jogos do destino, principalmente depois da morte de sua leitoa, seu único patrimônio.
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Produção mexicana em preto e branco da Films Mundiales indicado a 2 prêmios no Festival de Cinema de Cannes: vencendo os de Grande Prêmio do Festival de melhor longa-metragem e o Ariel de Prata de melhor fotografia, compartilhado com: Os Três Mosqueteiros (42).
Foi o 1° filme mexicano a ser exibido no Festival Internacional de Cinema de Cannes, tornando-se o 1° filme latino-americano a fazê-lo. O filme foi originalmente intitulado "Xochimilco" e a protagonista se chamava María del Refugio. Os principais temas do filme incluem melodrama, indigenismo, nacionalismo e a beleza do México. Dolores Del Río (1904-1983) considerou este seu melhor filme.
Ninguém pode negar que a Srta. Del Rio se tornou uma grande atriz, com todas as antigas poses e artificialidades desaparecidas, dando lugar a um poder genuíno que às vezes é quase surpreendente que se deve a vários fatores combinados, como a excelência geral do retrato, cenários eloquentes, direção habilidosa e estória comovente. Um melodrama folclórico sobre amor, preconceito e injustiça na cidade indígena de Xochimilco.
Pensei que Marimar e Maria do Bairro tivessem sofrido, mas depois de ver o drama de Maria Candelária o que a Thalia passou parece nada. E que cara macho foi esse Lorenzo Rafael, não arredou em momento algum.
Se o Lorenzo Rafael não tivesse escapado da prisão daquele jeito, seria perfeito
Talvez seja a mais conhecida película mexicana. Um clássico, sem dúvida, que chama atenção pela beleza estonteante de Dolores del Rio e pela abalizada fotografia de Gabriel Figueroa.
Y a mucha honra, PAM-PAM-PAM, María la del barrio soy