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Data de lançamento
8 Fev. 2018Duração
Depois do desastroso incêndio no The Globe, o célebre escritor William Shakespeare (Kenneth Branagh) se aposenta e retorna para Stratford, sua cidade natal. A volta para o ambiente da sua infância conturbada o remete a profundas reflexões sobre as relações familiares estabelecidas ao longo de sua vida. O dramaturgo relembra da morte de seu filho de apenas onze anos e questiona seus erros e acertos no desempenho do papel de pai e marido em meio ao frenesi do seu sucesso.
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É como ver uma temporada inteiro de um “A Grande Família” em tom dramático comprimido em 100 minutos com vários mini episódios e apenas os personagens como ligação. Ainda assim, tem seu valor.
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Sou fã de Shakespeare Apaixonado, que tem um ritmo e mostra o retrato de Londres do século XVI de forma embriagante. Esse filme mostra um Shakespeare maduro, mas tão emocionante quanto, só num ritmo lento. Não só isso, mostra uma interpretação de Kenneth Branagh menos performática, mas muito mais convincente que seu usual. Adorei ver o filme: lento, profundo e tocante.
Propaganda feminista, e inverossímil... 🙄🙄🙄
Impressionante ver o lugar das mulheres: propriedade dos homens...😳😳😳
Eu acho linda a forma como o Kenneth Branagh valoriza a história do Reino Unido e de suas grandes figuras, se esforçando para levar ao maior número de pessoas possível adaptações de Agatha Christie, Shakespeare e outros autores britânicos.
E aqui, mesmo já tendo adaptado outras obras de Shakespeare, ele utiliza da liberdade criativa para criar uma homenagem ao autor. Sim, pois mesmo com o título de "A Pura Verdade", o filme tem muito pouco de verdade (ou pelo menos muito pouco de fatos comprovados, já que o grande problema de Shakespeare é o pouco que se sabe de sua vida pessoal). E mesmo com todas essas liberdades criativas, com um Shakespeare que por vezes é ressentido em sua aposentadoria que durou 3 anos, ainda assim traz muito da figura que foi genial, dando importância a todos aqueles que o cercaram.
Não é um filme fácil de assistir e considero que é muito mais confortável de se compreender quando já se conhece um pouco da vida de Shakespeare, principalmente pela primeira metade, voltada unicamente para apresentar personagens e ao mesmo tempo manter o mistério das figuras. Somente depois de 50 minutos é que o filme se torna grandioso.
A Pura Verdade. Diretor Kenneth Branagh. Filme lento, mais diálogos que ação, quem gosta de filmes movimentados não vai gostar desse filme, estilo romance inglês.
A trama passa no século XVII, quando o célebre William Shakespeare se aposenta e retorna para sua cidade natal, onde a esposa e as filhas o trata como hóspede, o escritor tenta seguir com a vida após a tragédia da morte de seu filho. O filme vai se desenvolvendo lentamente, os personagens vão crescendo,tem diálogos memoráveis. Depois de anos o escritor tenta corrigir erros, como por exemplo, escrevia poemas,mas a esposa e filha não sabiam ler e ele nunca a ensinou elas a ler. O filho morreu e ele não estava presente,deixou a família durante a peste negra, são erros que ele tenta corrigir depois de anos, onde todos estão feridos e cheios de mágoas. É um filme sensível, emocionante, tem um final surpreendente. A fotografia é linda, interior da Inglaterra, pura natureza. Filme Excelente. Nota 10.