Viúva é obcecada pela memória do marido e, em virtude disso, acaba se isolando cada vez mais e influenciando sua filha adolescente. Quando ela menos espera, surge em sua vida um caminhoneiro.
O filme passa do drama a comédia com uma rapidez muito grande. Não achei o enredo tão interessante, mas vale por cada segundo de tela da magnífica Ana Magnani. Às vezes a premiação do Oscar é justa, com a melhor atriz de 1956 ela foi justíssima.
“A Rosa Tatuada” é um filme convincente em sua primeira parte como um dramalhão que, infelizmente, debanda para uma bobagem no seu segundo ato. Os estereótipos dos italianos elevados ao nível máximo não é exatamente um problema no drama do 1° ato, mas fica extremamente enfadonho na 2° parte. O Burt Lancaster irritantemente canastrão e bonachão é a prova. Quem sustenta o filme e o faz acontecer é ela: Anna Magnani, que presença cênica! Mesmo com um texto raso (isso porque o roteiro é baseado na obra do mestre Tennessee Williams que, penso eu, perde muito do seu brilho na direção inconstante de Daniel Mann), ela imprime drama, comédia, alívio e demais camadas de uma personagem riquíssima dessa mulher sofrida em ebulição para a libertação. Oscar de melhor atriz justíssimo logo em seu primeiro papel em Hollywood.
"A Rosa Tatuada", de 1955, é um belíssimo clássico estrelado por Burt Lancaster e Anna Magnani que, para variar, rouba a cena do filme com uma atuação visceral. Roteiro baseado em peça de Tennessee Williams. Para ser visto e revisto. Filmaço!
Um bom exemplo que como se levar uma peça teatral para as telas de cinema. Mesmo não escondendo as suas origens teatrais o filme tem uma montagem dinâmica que valoriza tanto a história como os personagens. Anna Magnani como sempre é uma força da natureza. Sua grande atuação lhe valeu uma merecida estatueta do Oscar.
Filme parece que foi filmado ontem.Existe vários momentos em que projetos de hoje em dia se escoram nesse tipo de conteúdo pra contar suas histórias.Magnani perfeita ao caso.
O filme passa do drama a comédia com uma rapidez muito grande. Não achei o enredo tão interessante, mas vale por cada segundo de tela da magnífica Ana Magnani. Às vezes a premiação do Oscar é justa, com a melhor atriz de 1956 ela foi justíssima.
“A Rosa Tatuada” é um filme convincente em sua primeira parte como um dramalhão que, infelizmente, debanda para uma bobagem no seu segundo ato. Os estereótipos dos italianos elevados ao nível máximo não é exatamente um problema no drama do 1° ato, mas fica extremamente enfadonho na 2° parte. O Burt Lancaster irritantemente canastrão e bonachão é a prova. Quem sustenta o filme e o faz acontecer é ela: Anna Magnani, que presença cênica! Mesmo com um texto raso (isso porque o roteiro é baseado na obra do mestre Tennessee Williams que, penso eu, perde muito do seu brilho na direção inconstante de Daniel Mann), ela imprime drama, comédia, alívio e demais camadas de uma personagem riquíssima dessa mulher sofrida em ebulição para a libertação. Oscar de melhor atriz justíssimo logo em seu primeiro papel em Hollywood.
"A Rosa Tatuada", de 1955, é um belíssimo clássico estrelado por Burt Lancaster e Anna Magnani que, para variar, rouba a cena do filme com uma atuação visceral. Roteiro baseado em peça de Tennessee Williams. Para ser visto e revisto. Filmaço!
Um bom exemplo que como se levar uma peça teatral para as telas de cinema. Mesmo não escondendo as suas origens teatrais o filme tem uma montagem dinâmica que valoriza tanto a história como os personagens. Anna Magnani como sempre é uma força da natureza. Sua grande atuação lhe valeu uma merecida estatueta do Oscar.
Filme parece que foi filmado ontem.Existe vários momentos em que projetos de hoje em dia se escoram nesse tipo de conteúdo pra contar suas histórias.Magnani perfeita ao caso.
>Assistido em 19 de Fevereiro de 2023