Um criminoso condenado luta contra uma doença terminal. Liberado da prisão depois de muitos anos por um crime que não cometeu agora quer vingança contra as pessoas que o injustiçaram.
A Score to Settle é mais um dos filmes do Cage que não se vê nas grandes telas de cinema e parte diretamente para DVD. Novamente algo que Nicolas Cage repete em diversas de suas performances: um homem com problemas psicológicos que acaba de sair da prisão e busca por vingança com aqueles que o colocaram lá.
Contudo, vemos aqui uma diferença até curiosa de como o longa se desenrola, aonde Shawn Ku da ênfase com mais enfoque nas questões psicológicas e obsessivas com o uso de entorpecentes e obtenção de dinheiro - achando que isso poderá resolver tudo na vida. Isso até se vai contra a propaganda e julgamento inicial que o filme parece propor, com o título sugestivo, juntamente com as imagens e sinopse, pode-se tirar conclusões precipitadas e imaginar um longa de ação e vingança como vemos em Mandy (2018).
Shawn instiga empatia com as personagens de Cage (Frank) e seu filho Noah Le Gros (Joey) na primeira parte do filme e até parece trabalhar na expectativa de uma reviravolta posteriormente, porém, essa nunca ocorre e vemos um plot diferente e até inesperado quando descobrimos seu filho Joey é apenas uma ilusão dos delírios trazidos pela insônia de Cage. Isso tudo acaba culminando em uma degradação cada vez mais do desenrolar do filme, se outrora houve certa promessa de um "Acerto de Contas", a partir desse ponto não há mais nenhum tipo de impulso, parecendo que Shawn fica tangenciando e alternando entre o drama da esquizofrenia de Cage e a sua sede de vingança a cada 5 minutos, levando o espectador a uma promessa que nunca chega.
Em diversas interpretações, caso considere que o acerto de contas era de Frank com si próprio até poder-se-ia entender o longa de outra forma e todo os 103 minutos de filmes teriam outro tipo significado uma segunda vez assistidos.
A Score to Settle é mais um dos filmes do Cage que não se vê nas grandes telas de cinema e parte diretamente para DVD. Novamente algo que Nicolas Cage repete em diversas de suas performances: um homem com problemas psicológicos que acaba de sair da prisão e busca por vingança com aqueles que o colocaram lá.
Contudo, vemos aqui uma diferença até curiosa de como o longa se desenrola, aonde Shawn Ku da ênfase com mais enfoque nas questões psicológicas e obsessivas com o uso de entorpecentes e obtenção de dinheiro - achando que isso poderá resolver tudo na vida. Isso até se vai contra a propaganda e julgamento inicial que o filme parece propor, com o título sugestivo, juntamente com as imagens e sinopse, pode-se tirar conclusões precipitadas e imaginar um longa de ação e vingança como vemos em Mandy (2018).
Shawn instiga empatia com as personagens de Cage (Frank) e seu filho Noah Le Gros (Joey) na primeira parte do filme e até parece trabalhar na expectativa de uma reviravolta posteriormente, porém, essa nunca ocorre e vemos um plot diferente e até inesperado quando descobrimos seu filho Joey é apenas uma ilusão dos delírios trazidos pela insônia de Cage. Isso tudo acaba culminando em uma degradação cada vez mais do desenrolar do filme, se outrora houve certa promessa de um "Acerto de Contas", a partir desse ponto não há mais nenhum tipo de impulso, parecendo que Shawn fica tangenciando e alternando entre o drama da esquizofrenia de Cage e a sua sede de vingança a cada 5 minutos, levando o espectador a uma promessa que nunca chega.
Em diversas interpretações, caso considere que o acerto de contas era de Frank com si próprio até poder-se-ia entender o longa de outra forma e todo os 103 minutos de filmes teriam outro tipo significado uma segunda vez assistidos.
Pô, senhor Cage, onde tu se enfia? Tá tão apertado assim pra isso?
Porque filme ruim é bom pra caralho!
Existem os filmes clichês agradáveis de assistir e tem os clichês ruins. Esse é ruim com força, deu dó do Nicolas Cage.
Mais do mesmo e previsível. Porém o drama exarcebado deixa o filme lento, arrastado e tedioso.
Netflix em 29/01/23