Dirigido por
Duração
Portia Nathan (Tina Fey) trabalha no escritório de candidaturas da prestigiosa universidade de Princeton, onde está prestes a conseguir uma grande promoção. Um dia, o velho amigo John Pressman (Paul Rudd) convida-a a visitar a escola colegial onde ele trabalha, no intuito de conhecer Jeremiah (Nat Woldd), um candidato em potencial à universidade. Chegando no local, John revela sua real intenção com o convite: ele suspeita que o garoto seja o filho que Portia entregou à adoção. Intrigada com essa possibilidade, ela põe sua carreira em perigo para se aproximar de Jeremiah e reatar com o seu passado.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Bonitinho. Bem sessão da tarde.
Tem momentos que parece é 2 filmes diferentes. Um é uma comédia romantica fofa e outro um drama, o problema é que a cola dos dois acaba sendo meio fraca. Mas não deixa de ser interessante.
Aah eu gostei
queria que o menino fosse filho dela ou que pelo menos ela conhecesse ele no final
Um bom filme que não vai agradar quem espera pelas comédias românticas escrachadas tradicionais, mas pra quem tenha um pouco mais de sensibilidade vai servir pelo menos pra despertar algumas boas reflexões.
Em meio a algumas piadas consegue fazer uma crítica social interessante, focando na hipocrisia do sistema educacional que em geral coloca a busca pelo conhecimento, que deveria ser a prioridade, como uma questão secundária nesses ambientes. E como viver de aparências muitas vezes é mais valorizado do que buscar realmente o que vai te fazer feliz.
Apesar de ser vendido como comédia romântica é um filme que foge da fórmula básica desse gênero, não se apega aos clichês e nem se esforça pra encaixar final feliz açucarado.
Inclusive a indefinição do desfecho com relação ao resgate do relacionamento com o filho adotivo da recrutadora surpreende por ser ao mesmo tempo otimista mas sem deixar de ser realista.
Não é um primor cinematográfico, mas traz uma narrativa interessante, com temas universais. Adorei o tema central de "não importa o que você faz e sim o que você é". Pior é pensar que 10 anos depois do lançamento, a situação só ganhou ainda mais fardos, com pessoas cada vez mais mascaradas e nem um pouco autênticas. Filmes como "A Seleção" nos lembram de que há coisas na vida mais importantes do que títulos e pompas. Sim, em teoria é fácil dizer, ainda mais numa sociedade tão capitalista. Contudo, esse filme me tocou porque, por experiência própria, eu larguei tudo para seguir carreira artístico-literária e, apesar de certas dificuldades, nunca dormi tão bem como nos últimos anos. "A Seleção" deixa uma mensagem esquecida: não permita que as pessoas, a sociedade, teus pais, amigos, enfim, não permita que o mundo selecione quem você deve ser. E aprenda a sorrir de si.