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1912. Alberto (Diogo Morgado) é um jovem português que está exilado em Belém, no Pará. Através de seu tio ele é contratado para trabalhar no seringal de Juca Tristão (Cláudio Marzo), em pleno coração da Amazônia. Já no seringal Alberto fica sob a proteção de Firmino (Chico Diaz), indo trabalhar no armazém local e enfrentando dificuldades para se adaptar. Logo ele se envolve com Dona Yayá (Maitê Proença), a esposa do gerente local.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Acabei de voltar do Museu do Seringal em Manaus e quero muito ver esse filme. To procurando na net mas está difícil. Onde achar?
Como a Bia também fui a 20 dias atras a Manaus e fui até o Museu do Seringal, perfeito. Tudo que Bia relata é verdadeiro, na verdade a escravidão branca. Até hoje ainda se mantém da mesma forma. Belíssimo!!Parabéns aos amazonenses.
Adorei o filme!!!
Hoje mesmo visitei o antigo cenário onde foram gravadas as cenas do seringal de A Selva, hoje transformado em Museu do Seringal Vila Paraíso, em Manaus. E que puta espetáculo visual... preenche perfeitamente as lacunas dos nossos livros de História do Amazonas!!! Nós amazonenses, que conhecemos muito bem a história do apogeu e declínio da borracha, conhecemos também o que foi a vida (vida?) do povo seringueiro... escravidão moderna à época, muitas mortes e muita desgraça em nome da riqueza de muitos. O Seringueiro, a exemplo dos homens que participaram da corrida do ouro em outras regiões do Brasil, era um sonhador que seguia aos seringais atrás de melhores condições de vida para a sua família... a borracha era nosso ouro negro, e o Amazonas era o grande detentor desse tesouro. Manaus era um sonho, inclusive foi a primeira cidade brasileira a receber luz elétrica (ainda que muitos digam que tenha sido São Paulo), nossos prédios eram construidos com material vindo diretamente da Europa, a vida luxuosa dos barões era alimentada por louças vindas do velho mundo e as roupas das senhoras eram enviadas para o exterior especialmente para serem lavadas. Toda essa riqueza era financiada pela borracha e pelo trabalho de servidão dos seringueiros que, como se não bastasse toda semi-vida nos seringais, ainda estavam entregues para morrer por conta dos ataques dos índios e de animais como onças, jacarés e pequeninos mosquitos transmissores da Malária.
Nota dez ao filme, uma grande oportunidade aos brasileiros de conhecerem a história de seu país.
adorei!
Uma merda. Só vale a pena pelo português show!