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Data de lançamento
12 Maio 2017Duração
Enquanto viaja por Berlim, a fotógrafa
australiana Clare (Teresa Palmer) conhece Andi (Max Riemelt), um carismático morador da região, e há uma atração instantânea entre eles. Os dois têm uma noite de paixão. No entanto, a manhã seguinte tem um aspecto sinistro, quando Clare acorda e descobre que Andi saiu para trabalhar e a trancou no apartamento dele. Um engano comum de acontecer, exceto que Andi não pretende deixá-la sair. Nunca mais.
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O filme é um suspense psicológico competente que brilha pela atmosfera cinzenta de Berlim e pelas atuações impecáveis da dupla de protagonistas. A dinâmica de "gato e rato" entre o professor psicopata e a turista rendem bons momentos de tensão, flertando com a ambiguidade da Síndrome de Estocolmo. É um passatempo sólido para quem gosta de dramas de confinamento, mas não chega a ser nada extraordinário.
O grande problema é a duração excessiva de duas horas, que acaba diluindo a sensação de urgência. O roteiro se perde um pouco em um drama psicológico/romance distorcido, quando poderia ter mergulhado de cabeça no terror visceral e no desespero absoluto da sobrevivência. A trama poderia ter mais foco no desespero real da Clare e em tentativas de fuga mais incisivas. O filme gasta muito tempo na rotina externa do professor maníaco, o que acaba quebrando o ritmo da angústia que o espectador poderia sentir junto com ela.
Se fosse mais curto e focado na agonia das tentativas de fuga, o resultado seria melhor.
Berlin Syndrome começa com uma premissa interessante, o encontro entre uma jovem turista e um homem aparentemente comum que rapidamente se transforma em um pesadelo realista de cativeiro. A atuação intensa de Teresa Palmer sustenta boa parte da tensão psicológica, transmitindo com precisão a sensação de impotência e injustiça vivida por sua personagem. No entanto, apesar do clima claustrofóbico bem construído e da fotografia eficiente, o filme se arrasta em um ritmo excessivamente lento e acaba desperdiçando o potencial de se aprofundar na mente do sequestrador ou explorar melhor os caminhos da libertação. O desfecho é confuso e apressado, deixando lacunas importantes e encerrando uma narrativa angustiante de forma anticlimática. Um thriller que causa desconforto, como deveria, mas que teria mais impacto se fosse mais enxuto e menos hesitante em suas resoluções.
Um final que merecia mais respostas, mas de qualquer maneira me prendeu a atenção do início ao fim. Mediano.
A obra em seu inicio parece que vai por um viés de um romance tórrido, sensual e erótico, e nisso Tereza se entrega ao papel, sem pudor, mas ai que a obra da seu pulo..o que era para ser um romance se torna um pesadelo..
Por mais que muitos reclamem , a construção meio lenta, é necessária, para entrar nesse processo psicológico torto, que constrói o Andi, que fica nas entrelinhas, de diálogos com o pai. Seu modos, e como Clare vai tendo que ir desde sucumbir ate jogar com o que tinha. Pesado, bem pesado o jogo de ir todo dia sentindo se continuaria viva.
O que torna o ponto ,acredito eu, da reclamação, e que o filme vai se arrastando com toneladas em cima, e chega no final da um pique, mas o papel da Franka foi desenvolvido e também esta nos detalhes ao longo da obra, e essa resolução apressada que meio que parece que não foi cuidado.
Pelo menos para mim o que faltou em seu final foi uma resolução..temos apenas uma Clare bem atarantada chorando e vendo a vida em Berlin, nao sabemos o que aconteceu, se foi a policia, se voltou para seu País...e Franka, Andi... caso, o filme deixa entender que andi e um serial que sequestra e mata suas vitimas quando elas perdem o brilho...e ai..
Uma boa história pessimamente desenvolvida. Tem uma duração exagerada para o pouco que conta, deixando um final feito às pressas. Merecia mais cuidado.