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Um laboratório de produtos farmacêuticos vai lançar no Brasil a pílula anticoncepcional para homens. Para a publicidade de lançamento, contrata os serviços de uma agência de propaganda, que começa a fazer uma pesquisa de opinião entre os consumidores em potencial. A pesquisa revela que 83% dos homens consultados temem tomar a pílula, com receio de que o produto possa diminuir sua virilidade. Na verdade, nada há a temer, demonstra o laboratório, uma vez que, administrada experimentalmente em animais machos, a pílula nada revelou de nocivo à potência. Mas, como induzir o público a aceitar o produto? A agência de propaganda recorre então às luzes de seu melhor redator, um supercérebro capaz de dar a melhor solução aos problemas mais difíceis. O gênio tem a solução na ponta da língua: o homem que se pretende atingir, o brasileiro, apóia-se em três mitos fundamentais: a mulher, o jogo e o café. E é a partir desses estimulantes que uma campanha publicitária, com base no lançamento de uma mulher-mito, a Super- Fêmea, atinge seus objetivos.
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Fui assistir com uma certa expectativa e me frustrei bastante. Que filme doido, quase morri de vergonha alheia em diversas cenas. O personagem do Perry Salles é chato e sem-noção. Quase nada faz sentido, principalmente o final.
Filme 329/2025
“você é contra o divórcio!?
“não, sou contra o casamento!”
Entre idas e vindas, um humor bem questionável, A Super Fêmea é um retrato do Brasil na época.
Por vezes enigmático, vezes cansativo, o filme entretém.
Vera, um vislumbre!!!!!
Gosto de pornochanchadas . Esta é regular mais é um desfile de grandes artistas . Um pouco cansativa , possui momentos bobinhos e momentos muito bons e criativos . Destaque para a cena dos velhinhos rsrsrs .... e para a beleza e o corpo escultural de muitas mulheres desta época . Acho que é a primeira vez que assisto por inteiro mais lembrava da cena da Vera Fischer na piscina e o par romântico dela que já foi o marido da mesma . Vale ressaltar também as imagens antigas da cidade de São Paulo ( onde nasci e moro ) e a saudade dos cinemas de rua , quase todos fechados .
Bobagem machista que envelheceu muito mal.
Salvo da catástrofe total pela exuberante beleza de Vera, antes das plásticas no rosto e a loucura 'pré-besteirol" de Perry, um guru insano e pop que ele leva numa desenvoltura nunca vista em toda sua carreira.
Na época pode ter causado espanto, mas hoje em dia soa caricato.
- 5/10
- o filme até tenta criticar a sociedade machista e a ideia da pílula masculina é muito boa
- mas o tiro acaba saindo pela culatra e só serve pra objetificar ainda mais a mulher
- a pira do cara com o manequim rouba tudo