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Um rapaz que terminou o ensino médio vai passar um tempo na casa do seu tio, em uma fazenda. Lá acaba fazendo alguns amigos e, principalmente, aprendendo a trabalhar e lidar com as terras. Surge também um interesse romântico. O jovem rapaz se vê cada vez mais preso à vida simples por causa de sua paixão. Tendo que dividir-se entre o futuro planejado pelo seu pai e a coragem em desistir de tudo pelo seu novo amor.
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Um filme com uma história comum que se não fosse pelas cenas polemicas para aquela época, teria passado desapercebido. Nota 6,0. 1*
Uma história simples, mas enriquecedora..
Boa temática e estética.
“Última Felicidade” apresenta uma história bem comum, talvez nem tanto na época. É válido ressaltar que mesmo com a questão das cenas de nudez, o filme passa longe de ser polêmico, eu trocaria essa palavra por “ousado”, pois preza pela liberdade da mulher, em fazer o que bem quiser com a sua vida. Funciona como uma espécie de hino em prol a voz feminina. O protagonista é Göran, um rapaz que terminou o ensino médio, faz o típico galã da cidade, ele vai passar um tempo na casa do seu tio, em uma fazenda. Lá acaba fazendo alguns amigos e, principalmente, aprendendo a trabalhar e lidar com as terras. Surge também um interesse romântico, Kerstin, personagem inesquecível interpretada pela musa da época Ulla Jacobsson. O jovem rapaz se vê cada vez mais preso a vida simples por causa de sua paixão. Tendo que dividir-se entre “o bom futuro” planejado pelo seu pai e a coragem em desistir de tudo pelo seu novo amor.
http://cinemacao.com/2015/04/22/a-ultima-felicidade-1951/
Apesar de não ser muito conhecido hoje em dia, esse filme sueco foi um filme de enorme sucesso na época, considerado imoral por causa das cenas de sexo e nudez, chegando inclusive a ser proibido nos Estados Unidos. Possui uma das mais belas fotografias em preto e branco que já vi e é um tesouro que merece ser visto nos nossos tempos.