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Outros títulos
The Travelling Players - Estados Unidos da América
Sinopse
A partir das experiências dos atores de uma companhia teatral, o filme retrata o período de 1936 a 1952 na história da Grécia, passando por uma ditadura, a ocupação nazista e a guerra de libertação iniciada em 1945, entre outros acontecimentos.
Esse é mais um dos filmes que eu vejo por causa do livro "1001 filmes para ver antes de morrer". É também mais um que certamente poderia morrer tranquilo sem ver. O grande problema dele é que se estende por quase quatro horas em sequências longas que parecem intermináveis. Retrata períodos históricos de forma confusa e mantém um distanciamento dos seus personagens ao ponto que acabamos sabendo pouco sobre eles e consequentemente não dando importância às tragédias sofridas pelos mesmos. É quase um filme mudo já que quase não se fala nada no filme inteiro. Foi uma tortura ver até o fim. Olha que eu já encarei filme de mais de nove horas que manteve a minha atenção o tempo todo. Esse foi um suplício passar dez minutos vendo coisa nenhuma acontecer com a câmera quase sempre distante do que se passava na tela. Já entrou para a minha lista de piores experiências cinematográficas
A primeira metade é mais interessante; tem uma execução mais emergente e dinâmica dessa premissa muito boa: arte e a leveza social tentando sobreviver em um mundo destruído e corrompido. Mas a segunda metade ainda entrega cenas excelentes, e não tem nada particularmente ruim. Boa proposta, e uma direção muito imersiva (especialmente de câmera); só achei muitos momentos bem maçantes para mostrar personagens que sinceramente não me importei muito de acompanhar.
você com uma vida tranquila e de repente tudo muda, guerra e sempre isso só traz tristeza e miséria fico pensando hoje estrou tranquilo e de repente por uma fala do nosso presidente atual LULA provoca uma guerra apoiando grupo terrorista em vez de ficar neutro pode fazer eu e muitos brasileiros passar por isso.
Sem repetir os comentários abaixo a respeito da poesia política de Angelopoulos, uma insinuação da narrativa que percebi na caracterização da companhia teatral: sua dissolução é justamente uma transposição do conflito político interior à própria esquerda greca/ Resistência, que se reflete na composição de uma diversidade de posições dos atores da companhia: uma parte se envolve com os grupos de resistência armada, outros são informantes que se aliam em proveito próprio com os britânicos e com os colaboracionistas ou são simpatizantes do fascismo italiano. Angelopoulos nos presenteia de forma poética com a revisão da história grega de 1936 a 1652, evocando de forma crítica como poderia ter sido diferente se a resistência de esquerda agisse de modo mais coeso como agiram os colaboracionistas nazistas eanticomunistas que rapidamente se aliaram aos aliados que ocuparam a Grécia (americanos e ingleses) para se perpetuar no poder e continuar a Guerra Fria.
De 1939 a 1952, a Grécia era como o resto da Europa - invadida pelos nazistas e posteriormente governada por ditadores militares. Porém, o diretor traça o paralelo do passado clássico grego com o moderno na geografia balcânica daquele país. Quatro horas, cheias de símbolos e significados, em que tempo e espaço viram-se pelo avesso em longas tomadas propícias para a análise histórica.
Esse é mais um dos filmes que eu vejo por causa do livro "1001 filmes para ver antes de morrer". É também mais um que certamente poderia morrer tranquilo sem ver. O grande problema dele é que se estende por quase quatro horas em sequências longas que parecem intermináveis. Retrata períodos históricos de forma confusa e mantém um distanciamento dos seus personagens ao ponto que acabamos sabendo pouco sobre eles e consequentemente não dando importância às tragédias sofridas pelos mesmos. É quase um filme mudo já que quase não se fala nada no filme inteiro. Foi uma tortura ver até o fim. Olha que eu já encarei filme de mais de nove horas que manteve a minha atenção o tempo todo. Esse foi um suplício passar dez minutos vendo coisa nenhuma acontecer com a câmera quase sempre distante do que se passava na tela. Já entrou para a minha lista de piores experiências cinematográficas
A primeira metade é mais interessante; tem uma execução mais emergente e dinâmica dessa premissa muito boa: arte e a leveza social tentando sobreviver em um mundo destruído e corrompido. Mas a segunda metade ainda entrega cenas excelentes, e não tem nada particularmente ruim. Boa proposta, e uma direção muito imersiva (especialmente de câmera); só achei muitos momentos bem maçantes para mostrar personagens que sinceramente não me importei muito de acompanhar.
você com uma vida tranquila e de repente tudo muda, guerra e sempre isso só traz tristeza e miséria fico pensando hoje estrou tranquilo e de repente por uma fala do nosso presidente atual LULA provoca uma guerra apoiando grupo terrorista em vez de ficar neutro pode fazer eu e muitos brasileiros passar por isso.
Sem repetir os comentários abaixo a respeito da poesia política de Angelopoulos, uma insinuação da narrativa que percebi na caracterização da companhia teatral: sua dissolução é justamente uma transposição do conflito político interior à própria esquerda greca/ Resistência, que se reflete na composição de uma diversidade de posições dos atores da companhia: uma parte se envolve com os grupos de resistência armada, outros são informantes que se aliam em proveito próprio com os britânicos e com os colaboracionistas ou são simpatizantes do fascismo italiano. Angelopoulos nos presenteia de forma poética com a revisão da história grega de 1936 a 1652, evocando de forma crítica como poderia ter sido diferente se a resistência de esquerda agisse de modo mais coeso como agiram os colaboracionistas nazistas eanticomunistas que rapidamente se aliaram aos aliados que ocuparam a Grécia (americanos e ingleses) para se perpetuar no poder e continuar a Guerra Fria.
De 1939 a 1952, a Grécia era como o resto da Europa - invadida pelos nazistas e posteriormente governada por ditadores militares. Porém, o diretor traça o paralelo do passado clássico grego com o moderno na geografia balcânica daquele país. Quatro horas, cheias de símbolos e significados, em que tempo e espaço viram-se pelo avesso em longas tomadas propícias para a análise histórica.