Em 1951, Henrietta Lacks (Renée Elise Goldsberry) faleceu devido a um tumor no colo do útero. Sem seu consentimento ou de sua família, e se aproveitando de sua condição financeira desfavorável, pedaços do tumor que a matou foram rmovidos e utilizados em um estudo médico, que resultou em uma bilionária indústria de pesquisa.
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Na ultima semana tive o prazer de trabalhar com as células HELA, eu conhecia a história mas nunca tinha visto o filme. Foi lindo poder conhecer um pouco mais sobre a vida dessa mulher que mudou a ciência para sempre!
Oprah rouba a cena do início ao fim.
Excelente atuação de Ophran! Filme interessante, mas nada incrível
Ouvi falar das células HeLa recentemente, através de um vídeo do Ponto em Comum sobre o que somos nós. Achei interessante e pesquisando sobre a Henrietta, descobri que a HBO tinha feito um filme. Reparei que as opiniões ficaram meio divididas quanto ao resultado. Eu gostei. Muito se fala sobre as tais células imortais que revolucionaram a medicina e o mundo trazendo novas pesquisas e novos tratamentos e novos medicamentos e etc, mas pouco se fala sobre a pessoa das quais tais células foram tomadas sem sua permissão. Caída no esquecimento, assim como toda sua família, o filme, baseado num livro, tenta resgatar essa história.
O formato é atraente. Temos uma jornalista querendo escrever um livro sobre a Henrietta e entrevistando sua família, com destaque pra uma das filhas que acompanha o trajeto mais de perto. A trama começa no "presente" e, junto aos personagens, vai descobrindo e revelando o passado daquela a qual toda a trama gira. É reconstrução póstuma de alguém que pouco se tem notícia ou registro e que já partiu dessa vida, restando memórias de seus entes queridos. Nessa jornada/pesquisa/vivência, questões relevantes são levantadas, como a questão racial e a questão hospitalar. Um longa essencial. Tem suas escorregadas, alguns momentos soam meio deslocados, nem tudo se aprofundam como deveriam, o final é brusco, mas consegue passar até além da mensagem. Quero ler o livro.
HBO demora muito a errar,mas erra.Aqui temos um exemplo claro de algo que poderia ter dado super certo se tivesse uma direção e uma produção mais caprichosa.
-28 de Dezembro de 2021