É aquele tipo de sequência que nasce mais do sucesso do original do que de uma boa ideia. O primeiro já encerrava bem a história, então aqui a sensação é de repetição desde o início.
A trama praticamente recicla tudo: nova identidade, nova família e o mesmo ciclo de desconfiança e violência. Além disso, algumas escolhas de roteiro são difíceis de comprar, (o cara era um dos criminosos mais procurados do país e, na sequência, ele vira um terapeuta de família (!) numa cidadezinha e ninguém liga o nome à pessoa?).
Ainda assim, não é um filme descartável. Terry O’Quinn continua excelente no papel e mantém o clima tenso em vários momentos. Não chega no nível do primeiro, mas vale a pena dar uma chance.
É uma sequência que a princípio nem deveria existir, pois a morte do Jerry no final primeiro filme é incontestável, mas diante da boa bilheteria do filme anterior quiseram espremer um pouco mais esse bagaço.
Sem mostrar muita criatividade o filme segue praticamente a mesma fórmula vista antes. Desta vez o assassino foge de um hospício e estranhamente não é procurado pelas autoridades, apesar de sua fama na mídia. Depois o psicopata segue sua rotina buscando outra esposa e enteado, matando quem desconfia de sua identidade falsa e no fim tentando se livrar da nova família quando a farsa é descoberta.
A exemplo do primeiro, a sequência continua fazendo uma crítica aos conservadores de fachada. Neste caso o Jerry representa perfeitamente aqueles sujeitos que se vendem como defensores da moral e bons costumes para os vizinhos, mas no sigilo são capazes das maiores atrocidades. E o ataque final do personagem acontecendo durante o casamento e dentro de uma igreja é bastante simbólico e até sarcástico...
Melhor diálogo do filme: "O que eu tenho que fazer? Por que isso é tão difícil!? Eu não disse que te amo? Eu não fui como um pai para aquele garoto!? Eu até fiz sexo com você, pelo amor de Deus!"
É aquele tipo de sequência que nasce mais do sucesso do original do que de uma boa ideia. O primeiro já encerrava bem a história, então aqui a sensação é de repetição desde o início.
A trama praticamente recicla tudo: nova identidade, nova família e o mesmo ciclo de desconfiança e violência. Além disso, algumas escolhas de roteiro são difíceis de comprar, (o cara era um dos criminosos mais procurados do país e, na sequência, ele vira um terapeuta de família (!) numa cidadezinha e ninguém liga o nome à pessoa?).
Ainda assim, não é um filme descartável. Terry O’Quinn continua excelente no papel e mantém o clima tenso em vários momentos. Não chega no nível do primeiro, mas vale a pena dar uma chance.
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É uma sequência que a princípio nem deveria existir, pois a morte do Jerry no final primeiro filme é incontestável, mas diante da boa bilheteria do filme anterior quiseram espremer um pouco mais esse bagaço.
Sem mostrar muita criatividade o filme segue praticamente a mesma fórmula vista antes. Desta vez o assassino foge de um hospício e estranhamente não é procurado pelas autoridades, apesar de sua fama na mídia. Depois o psicopata segue sua rotina buscando outra esposa e enteado, matando quem desconfia de sua identidade falsa e no fim tentando se livrar da nova família quando a farsa é descoberta.
A exemplo do primeiro, a sequência continua fazendo uma crítica aos conservadores de fachada. Neste caso o Jerry representa perfeitamente aqueles sujeitos que se vendem como defensores da moral e bons costumes para os vizinhos, mas no sigilo são capazes das maiores atrocidades. E o ataque final do personagem acontecendo durante o casamento e dentro de uma igreja é bastante simbólico e até sarcástico...
Melhor diálogo do filme: "O que eu tenho que fazer? Por que isso é tão difícil!? Eu não disse que te amo? Eu não fui como um pai para aquele garoto!? Eu até fiz sexo com você, pelo amor de Deus!"
Uma continuação desnecessária e estúpida, desperdício do talento do Terry O'Quinn.
10/03/2024
um pouco inferior ao primeiro
a atuação do maluco continua boa