Isaac Donato entrega o filme curioso: a história sobre uma mulher idosa, de 67 anos que a cada aniversário comemora como se tivesse 7. O longa concentra-se em grande parte no momento de preparação da festa, nota-se que, essa preparação não é feita por Açucena, mas sim, por seus vizinhos fiéis. O jeito que eles falavam dela parecia remete a uma figura onipresente, e foi assim, em boa parte do filme, porque, todos conheciam bem o que ela gostava e deixava de gostar, mas ela neste momento que antecede a confraternização ficou em falta. Acredito que a ênfase na primeira parte do filme em cada detalhe poderiam ser mais enxutos. A ideia de resgate aos vilarejos interioranos é interessante, pois mostra a união das pessoas, o cuidado, o interesse, a vontade pelo festejo. Isso é Brasil e isso me agrada muito. Só que o clima de suspense em torno da personagem me incomodou, a todo momento eu queria saber logo quem era e o porquê de seus gostos tão peculiares (como o porque da ordem para expor as bonecas na cama, porque a devoção pelo rosa entre outros).
Filme-documentário sobre os preparativos para um grande evento que movimenta o vilarejo: a festa de aniversário de Açucena, uma idosa que sempre comemora seus 7 anos de vida. O filme mantém o interesse do espectador com diálogos espontâneos acerca da personagem principal, preservando o clima de suspense e guardando as respostas para os últimos instantes do filme. É um bom entretenimento.
Não consegui entrar na vibe de Açucena... A sinopse realmente me chamou atenção... Mas senti a abordagem aqui meio manipulativa, diálogos que queriam soar naturais mas pareciam combinados... Senti falta de alguém de fora do ciclo de crenças da família que pudesse servir de referência na narrativa para nós espectadores que não entendemos muito bem a religiosidade daquela senhora... Foi uma experiência maçante que me fez quase desistir por diversas vezes...
A estética do "documentário híbrido" brasileiro atinge novos horizontes. Um filme intrigante do início ao fim. Talvez o que tenha me irritado um pouco durante o longa seja a atmosfera de suspense/terror (um pouco forçada) conduzida pela trilha sonora e a montagem um pouco repetitiva, fatores que de maneira nenhuma ofuscam o peso imersivo da captação de cada cena. A camera observa quase que invisível e isso nos coloca dentro do terreiro, sem falar na abordagem totalmente fora da caixinha a temas da cultura afro brasileira.
Isaac Donato entrega o filme curioso: a história sobre uma mulher idosa, de 67 anos que a cada aniversário comemora como se tivesse 7. O longa concentra-se em grande parte no momento de preparação da festa, nota-se que, essa preparação não é feita por Açucena, mas sim, por seus vizinhos fiéis. O jeito que eles falavam dela parecia remete a uma figura onipresente, e foi assim, em boa parte do filme, porque, todos conheciam bem o que ela gostava e deixava de gostar, mas ela neste momento que antecede a confraternização ficou em falta. Acredito que a ênfase na primeira parte do filme em cada detalhe poderiam ser mais enxutos.
A ideia de resgate aos vilarejos interioranos é interessante, pois mostra a união das pessoas, o cuidado, o interesse, a vontade pelo festejo. Isso é Brasil e isso me agrada muito. Só que o clima de suspense em torno da personagem me incomodou, a todo momento eu queria saber logo quem era e o porquê de seus gostos tão peculiares (como o porque da ordem para expor as bonecas na cama, porque a devoção pelo rosa entre outros).
Poderiam ter se aprofundado na personagem título.
Filme-documentário sobre os preparativos para um grande evento que movimenta o vilarejo: a festa de aniversário de Açucena, uma idosa que sempre comemora seus 7 anos de vida. O filme mantém o interesse do espectador com diálogos espontâneos acerca da personagem principal, preservando o clima de suspense e guardando as respostas para os últimos instantes do filme. É um bom entretenimento.
Não consegui entrar na vibe de Açucena... A sinopse realmente me chamou atenção... Mas senti a abordagem aqui meio manipulativa, diálogos que queriam soar naturais mas pareciam combinados... Senti falta de alguém de fora do ciclo de crenças da família que pudesse servir de referência na narrativa para nós espectadores que não entendemos muito bem a religiosidade daquela senhora... Foi uma experiência maçante que me fez quase desistir por diversas vezes...
A estética do "documentário híbrido" brasileiro atinge novos horizontes. Um filme intrigante do início ao fim. Talvez o que tenha me irritado um pouco durante o longa seja a atmosfera de suspense/terror (um pouco forçada) conduzida pela trilha sonora e a montagem um pouco repetitiva, fatores que de maneira nenhuma ofuscam o peso imersivo da captação de cada cena. A camera observa quase que invisível e isso nos coloca dentro do terreiro, sem falar na abordagem totalmente fora da caixinha a temas da cultura afro brasileira.