Agatha (Joan Crawford), uma jornalista, é convidada para receber um título honorário de uma faculdade, a mesma que a expulsou há mais de 20 anos por causa de um romance que ela teve com o professor James Merrill (Robert Young), agora, presidente da instituição. Agatha vai à faculdade com intuito de, além de receber o prêmio, rever seu antigo amor.
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Goodbye, My Fancy não é um filme ruim. O personagem do Frank Lovejoy que é ruim e estraga o filme inteiro. A história dele com a Joan é rasa e mal construída. O final inverossímil demais. Zero carisma esse macho, e zero química os dois juntos. Se não tivesse esse personagem e essa forçação de barra, com certeza seria bem melhor.
Os primeiros 30 minutos são meio cansativos, o que é recompensado no restante do filme, que vai revelando uma história interessante, com desfecho um pouco inesperado.
Gostei bastante, embora tenha uma amiguinha irritante dela, feita por Eve Arden, da época dos estudos, que já mulher velha, fica repetindo trejeitos de quando era adolescentes. Ah vá. Ban nela.
Frank Lovejoy faz o fotógrafo apaixonado que se bandeia pra cidade onde ela está pra presenciar o acontecimento. Fui até dar uma busca na carreira desse cidadão que não conhecia ainda. Não fez filmes de destaque e acabou fazendo mais séries.
Enfim, o filme é bom para quem tem mais de 30 e pode refletir sobre algumas coisas, como antigos amores e até amizades.
Triunfo de displicência e incoerência fílmica, apesar de todos os esforços na contribuição entre Crawford e Sherman. A trama amorosa parece tão instigante quanto a ideia de imaginar a atriz como uma mulher do congresso, lê-se: nulo. Adeus à pertinência, deveria ser o título original de “Goodbye, My Fancy”. Sendo um fã, esforçamo-nos a ver de um tudo, quem sabe num futuro bem distante e noutra galáxia esta experiência revele outros frutos...