A Rainha entra reclusão após a morte do marido. Um poeta anarquista com tendências suicidas invade seu palácio pensando em assassina-la, mas ambos se apaixonam graças a semelhança entre ele e o rei. Nisso, o poeta tenta convencer a rainha a voltar a vida pública, enquanto seus inimigos conspiram.
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A história em si é a mais melosa possível. Mas Edwige Feuillère atua tão bem, e Jean Marais não fica atrás, apesar da beleza de ator brasileiro de pornochanchada nos fazer de início duvidar do seu talento como ator, mas isso é só um preconceito bobo.
Águia de duas cabeças. 1948 - Filme francês- visto no dia 11.04.2020
Filme regular. Andou, andou, andou e pouco falou. Penso que faltou desenvolver melhor seus personagens, contar mais do passado, da sua história, das suas ideias, interações, e achei um roteiro frágil, previsível (tudo bem apesar da época né) mas muito raso e superficial. Até a trama principal foi fracamente proposto e mostrado, os antagonistas da rainha nem teve espaço direito na tela. Faltou focar mais nos seus planos. Faltou falar mais do anarquista, suas ideias e seu antepassado -
achei esquisito uma pessoa entrar na quarto e assim a rainha cuidar da pessoa só pela semelhança da aparência, foi algo muito forçado,
Nota: 5,5
Tem umas partes que envelheceram mal, enquanto outras parecerem carecer de tempo hábil para se desenvolverem, mas no geral achei massa. Inclusive, aquele primeiro monólogo da rainha para Stanislas é show!
Esse filme não é o melhor do Cocteau, parece que eu o filme não teve os recursos ou o tempo necessário, deixou a desejar.