Últimas opiniões enviadas
Fomos educados, muito equivocadamente, pra pensar no amor romântico por um viés moralista, como se todo amor surgisse já maduro. Alguns até surgem, mas outros precisam traçar longas caminhadas até alcançar essa maturidade.
O amo romântico, no estágio de sua maturidade é uma junção de potência e suporte. Por potência podemos pensar na intensidade, na resistência, na profundidade, no lirismo… A potência é o peso. O suporte é a capacidade de lidar com esse peso, é a maturidade em si, é a capacidade de administrar esse força dentro de si sem desvirtuar a sua finalidade. Suporte é aquilo que diferencia os amores saudáveis e os doentes.
O Céu Que Nos Protege é sobre isso, nenhum dos dois protagonistas é bom ou mau, não existe moralismo da parte do enredo, ele entende que ambos os personagens são fantoches dessa desproporção entre potência e suporte, eles possuem boas intenções, mas simplesmente vão se deixando arrastar pra dentro de um deserto metafórico, até a morte de toda viabilidade da relação, simbolizada pela morte do mocinho. A mocinha segue ainda, por meia hora de filme, desolada, pela morte da relação, pois a potência continua viva e forte dentro dela.
Últimos recados
O que acontece? Cliquei em um a tempos, de um desses perfis safados fakes
Mano, qual é a desses bots escrotos? O Filmow tem que tomar providências!
O livro vai mais adiante, mostra a morte do tio e como a família decai e como fracassa o casamento do Tancredi e da Angélica.
Fiquei curioso de ler o livro, mas o filme não funcionou tão bem, ficou umas pontas soltas, acho que teria funcionado melhor como minissérie...