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Outros títulos
Beyond the Walls / Beyond the Law - Reino Unido
Sinopse
Na Prisão Central de Israel, o oficial de segurança é corrupto, fornece medicamentos e manipula o ódio entre prisioneiros judeus e árabes a seu favor. Uri, em 12 anos de prisão por assalto à mão armada e Issan, 50 anos por violência.
Filme muito interessante, porém achei utópico demais. Só quem conhece a relação entre esses povos sabe que o que é relatado jamais aconteceria, mas enfim vale muito a pena ser visto. Nota 8,0.
Produção israelense da April Films indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro (o vencedor do ano foi o suíço "Fora de controle", Richard Dembo); no Festival de Cinema de Veneza, foi venceu o Prêmio Semana da Crítica. Este foi o 3° de 14 filmes do diretor Uri Barbash. Houve uma sequência deste longa com este mesmo cineasta com alguns atores repetindo seus papéis: Me'Ahorei Hasoragim II (92).
Uri (Arnon Zadok) está cumprindo sua segunda sentença por assalto à mão armada e é um criminoso desde jovem. Ele é o líder de todos os prisioneiros judeus em seu bloco de celas; Issam (Muhamad Bakri) é um terrorista do Fatah que se torna moderado na prisão. Ele é o líder da célula palestina; Asaf (Assi Dayan) é um ex-oficial da IDF condenado por contatar um agente da OLP na Europa. Ele é inicialmente odiado e desconfiado por ambos os lados, mas normaliza suas relações com Uri; "The Songbird" (Boaz Sharabi) é um talentoso cantor e músico da cela de Uri, e o primeiro prisioneiro a participar de um Festival Nacional de Música em Israel.
Um bom filme de prisão com todos aqueles chavões clássicos dos filmes deste gênero específico. Dentro de uma prisão israelense de segurança máxima, os condenados se organizam em facções judaicas e árabes. À medida que insultos geram violência, que explode em uma orgia de derramamento de sangue, as condições na prisão refletem a vida 'Além dos Muros'. O filme é surpreendentemente simpático em seu retrato dos árabes.
Filme muito interessante, porém achei utópico demais. Só quem conhece a relação entre esses povos sabe que o que é relatado jamais aconteceria, mas enfim vale muito a pena ser visto. Nota 8,0.
Produção israelense da April Films indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro (o vencedor do ano foi o suíço "Fora de controle", Richard Dembo); no Festival de Cinema de Veneza, foi venceu o Prêmio Semana da Crítica. Este foi o 3° de 14 filmes do diretor Uri Barbash. Houve uma sequência deste longa com este mesmo cineasta com alguns atores repetindo seus papéis: Me'Ahorei Hasoragim II (92).
Uri (Arnon Zadok) está cumprindo sua segunda sentença por assalto à mão armada e é um criminoso desde jovem. Ele é o líder de todos os prisioneiros judeus em seu bloco de celas; Issam (Muhamad Bakri) é um terrorista do Fatah que se torna moderado na prisão. Ele é o líder da célula palestina; Asaf (Assi Dayan) é um ex-oficial da IDF condenado por contatar um agente da OLP na Europa. Ele é inicialmente odiado e desconfiado por ambos os lados, mas normaliza suas relações com Uri; "The Songbird" (Boaz Sharabi) é um talentoso cantor e músico da cela de Uri, e o primeiro prisioneiro a participar de um Festival Nacional de Música em Israel.
Um bom filme de prisão com todos aqueles chavões clássicos dos filmes deste gênero específico. Dentro de uma prisão israelense de segurança máxima, os condenados se organizam em facções judaicas e árabes. À medida que insultos geram violência, que explode em uma orgia de derramamento de sangue, as condições na prisão refletem a vida 'Além dos Muros'. O filme é surpreendentemente simpático em seu retrato dos árabes.
E é o único filme de prisão que eu vi onde o cachorro de um prisioneiro pode visitar – mas apenas em uma visita sem contato.
Esse filme passou várias vezes nas madrugadas do SBT