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Alexandria... Why? - Estados Unidos da América
Sinopse
O jovem Yehia deseja estudar cinema, mas seu pai quer que ele seja engenheiro. Na vizinhança, pessoas lidam com as ocupações estrangeiras durante a II Guerra Mundial...
Fiquei positivamente surpreso ao encontrar este título disponível no catálogo Netflix (infelizmente, apenas com legendas em inglês) e mergulhei empolgado na sessão, ainda que seja um filme eventualmente difícil de acompanhar, pois há várias tramas paralelas: o que envolve o protagonista é ótimo, bem como as inserções oportunas de imagens documentais sobre os bombardeios egípcios durante a guerra, mas os coadjuvantes também são muito simpáticos. Adorei o romance homossexual e o dilema da judia que fica escandalizada com o que acontece na Palestina. A seqüência final é brilhante, algo para ser aplaudido de pé, numa espécie de cinismo otimista por parte do diretor, que compartilha conosco suas lembranças de juventude. A constante mudança de gêneros (é drama? É romance? É comédia? é 'thriller' de guerra? É filme político!) também merece ser destacada e aplaudida. Excelente descoberta. Apaixonei-me de vez pelo Chahine agora (a breve cena em que ele aparece, inclusive, é magistral, adicionando um toque peculiar de genialidade à sua regravação momentânea de A FELICIDADE NÃO SE COMPRA): é confuso, mas é um filmaço! (WPC>)
Fiquei positivamente surpreso ao encontrar este título disponível no catálogo Netflix (infelizmente, apenas com legendas em inglês) e mergulhei empolgado na sessão, ainda que seja um filme eventualmente difícil de acompanhar, pois há várias tramas paralelas: o que envolve o protagonista é ótimo, bem como as inserções oportunas de imagens documentais sobre os bombardeios egípcios durante a guerra, mas os coadjuvantes também são muito simpáticos. Adorei o romance homossexual e o dilema da judia que fica escandalizada com o que acontece na Palestina. A seqüência final é brilhante, algo para ser aplaudido de pé, numa espécie de cinismo otimista por parte do diretor, que compartilha conosco suas lembranças de juventude. A constante mudança de gêneros (é drama? É romance? É comédia? é 'thriller' de guerra? É filme político!) também merece ser destacada e aplaudida. Excelente descoberta. Apaixonei-me de vez pelo Chahine agora (a breve cena em que ele aparece, inclusive, é magistral, adicionando um toque peculiar de genialidade à sua regravação momentânea de A FELICIDADE NÃO SE COMPRA): é confuso, mas é um filmaço! (WPC>)