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Data de lançamento
28 Set. 2019Duração
Alice (Anne Celestino) é uma adolescente trans cheia de carisma que investe seu tempo fazendo vídeos para o Youtube. Um dia seu pai, Jean (Emmanuel Rosset), é transferido pela empresa do Recife para Araucárias do Sul, e eles precisam se mudar. Na nova escola, Alice enfrenta preconceitos ao se deparar com uma sociedade mais retrógrada do que estava acostumada. O desejo da menina é dar seu primeiro beijo, mas, antes de tudo, quer o direito de ser quem ela é.
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- alice doida pra talaricar a amiga hein, pqp
- não gosto dessa estética de toda hora aparecer um desenho na tela mas pelo menos aqui eles usam com bom gosto
- o pai da alice é o melhor, juntando com a mãe do lino então.. só sucesso
- recife muito melhor que essa cidadezinha lixo de gente preconceituosa, racista, transfobica! no sul ne..
- faltou aquele arrombado que atacou ela ser preso e virar marmita na cadeia, quando ele fez o que fez as meninas todas tiraram o sutiã, pra ele foi só vantagem
Uma deliciosa comédia adolescente que traz qualidade e um certo frescor ao gênero. Grata surpresa!
“Minha mãe mandou eu ser um menino e não discutir, mas como eu sou teimosa decidi ser travesti” o Unidunitê está diferente… Um filme de adolescente para adolescente fora da caixinha, perfeito, uma abordagem linda e delicada de ser uma adolescente trans, me encantou e emocionou horrores… Trilha sonora um show a parte, atuação de @annemotareal outro show… Já na expectativa pela sequência… #Apoixonei #Chorei #Sororidade
Toca em um assunto bem atual,mas o conteúdo é o mesmo de sempre do cinema nacional.Repleto de piadinhas entre um encontro e outro e acaba deixando de lado bons momentos de inclusões.
>Assistido em 04 de Setembro de 2024
Se fosse só um filme nacional focado numa protagonista adolescente trans, "Alice Júnior" já mereceria a atenção por sua singularidade. Felizmente, para além disso, o filme ainda é muito bom. A galera normativa poderá encarar os conflitos que a protagonista enfrenta em seu novo lar como coisas pequenas, mas são justamente esses os grandes obstáculos sociais que pessoas trans precisam superar todos os dias em um mundo tão marcado pelo preconceito. A direção de Gil Baroni é boa, consegue dar um dinamismo a uma história contada a partir da energia adolescente, e a decisão estilística de marcar as expressividades do personagens na tela com "caneta glitter" dá um charme especial à obra. A protagonista Anne Celestino, é bom que se diga, não é exatamente digna de um Oscar, mas cativa por sua simpatia. O roteiro é simples e funcional, mas peca, talvez, pela ingenuidade - ou, quem sabe, otimismo - na forma brusca como a heroína conquista a simpatia das demais colegas de classe. Seja como for, fico contente em poder constatar que "Alice Júnior" é um filme que dá ORGULHO ao cinema nacional, em todos os sentidos da importância dessa palavra.