Amanda (Benedetta Porcaroli), 24 anos, vive praticamente isolada e nunca teve amigos, mesmo que seja o que ela mais deseja. Amanda escolhe sua nova missão: convencer sua amiga de infância a acreditar que elas ainda são melhores amigas.
Não tinha ninguém ali pra internar essa menina irritante? Boderline com psicopatia, egocentrada, e ainda carente, cujo escape é feito com um namorado sem química alguma e uma amiga mais insuportável ainda. Tarja preta pra ambas.
A roteirista Carolina Cavalli estreia na direção pintando um retrato encantador, satírico e pessimista de uma heroína perturbada e saturada neste longa-metragem confiante e peculiar.
Tudo o que tenho a dizer é que este filme é uma viagem incrível e sem volta pela incomunicabilidade, pelas dificuldades das interações sociais e pelos pensamentos tolos e disfunções mentais de todos os seus personagens. Em uma crítica social ácida que abre os olhos não somente para a futilidade da elite, mas também aos conflitos geracionais que são refletidos em toda a sociedade.
O filme é também uma reflexão da decadência da sociedade e principalmente de como a solidão parece nunca sair da sociedade pós moderna, mesmo quando seus personagens não estão apenas trancados em quartos, mesmo em ambientes de baladas, cinemas, trabalho, etc..., a solidão parece ser uma grande companheira. A gente nunca sabe pra onde essa viagem vai nos levar, é bem imprevisível mesmo e por isso acaba sendo bem gostoso acompanhar, principalmente pra quem está cansado de filmes com fórmulas prontas (igual quase todos os filmes de streaming de hoje em dia).
Ao contrário de Hollywood e seus filmes clichês apegados na nostalgia de uma época que não volta mais ou mesmo da indústria brasileira e seus dramas sociais violentos previsíveis, a indústria cinematográfica italiana é uma grande caixinha de surpresas: mal posso esperar para ver o que vem a seguir!
Divertido
Um non sense bem divertido.
Não tinha ninguém ali pra internar essa menina irritante? Boderline com psicopatia, egocentrada, e ainda carente, cujo escape é feito com um namorado sem química alguma e uma amiga mais insuportável ainda. Tarja preta pra ambas.
Benedetta Porcaroli é a razão para assistir esse aqui!!
A roteirista Carolina Cavalli estreia na direção pintando um retrato encantador, satírico e pessimista de uma heroína perturbada e saturada neste longa-metragem confiante e peculiar.
Tudo o que tenho a dizer é que este filme é uma viagem incrível e sem volta pela incomunicabilidade, pelas dificuldades das interações sociais e pelos pensamentos tolos e disfunções mentais de todos os seus personagens. Em uma crítica social ácida que abre os olhos não somente para a futilidade da elite, mas também aos conflitos geracionais que são refletidos em toda a sociedade.
O filme é também uma reflexão da decadência da sociedade e principalmente de como a solidão parece nunca sair da sociedade pós moderna, mesmo quando seus personagens não estão apenas trancados em quartos, mesmo em ambientes de baladas, cinemas, trabalho, etc..., a solidão parece ser uma grande companheira. A gente nunca sabe pra onde essa viagem vai nos levar, é bem imprevisível mesmo e por isso acaba sendo bem gostoso acompanhar, principalmente pra quem está cansado de filmes com fórmulas prontas (igual quase todos os filmes de streaming de hoje em dia).
Ao contrário de Hollywood e seus filmes clichês apegados na nostalgia de uma época que não volta mais ou mesmo da indústria brasileira e seus dramas sociais violentos previsíveis, a indústria cinematográfica italiana é uma grande caixinha de surpresas: mal posso esperar para ver o que vem a seguir!